sexta-feira, 3 de julho de 2020

Nova Russas: Justiça determina que internauta retire fake news de rede social


O juiz Cid Peixoto do Amaral Neto determinou que um internauta de Nova Russas, o químico Aldo de Paiva Rosa, retire de seu perfil no Facebook publicações difamatórias contra o deputado federal Júnior Mano.
A defesa do parlamentar havia solicitado um pedido de tutela de urgência para que a Justiça determinasse a retirada de todas as publicações que envolviam o nome do deputado federal Júnior Mano da página de Facebook de Aldo de Paiva Rosa.
De acordo com a defesa de Júnior Mano, Aldo publicou mensagens que não condizem com a realidade e que maculam “a imagem, idoneidade e honra do deputado”. Diz ainda que Aldo de Paiva alterou “a verdade dos fatos acerca de uma verba no valor de R$ 300 mil destinada a reestruturação de famílias de Hidrolândia”.
Aldo chegou a escrever que os valores das emendas parlamentares destinadas para obras e serviços públicos serviriam “para roubo, estando o deputado desviando milhões de reais”, segundo escreveu a defesa do parlamentar no pedido de tutela.
A Justiça acatou o pedido em favor do deputado federal Júnior Mano, por entender que “as postagens ofensivas contra o parlamentar, inclusive prints de conversas de Whatsapp e Facebook, por constituírem risco ao afetado, já que trata-se de uma figura pública, e a divulgação de notícias falsas podem lhe trazer diversos prejuízos”, explica a defesa.
Já o juiz Cid Peixoto Neto escreveu, em sua decisão para retirada das publicações falsas, que Aldo de Paiva “se abstenha de realizar novas postagens envolvendo o nome de Junior Mano, no prazo de 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 em caso de descumprimento”, concluiu.
O deputado Junior Mano explica que “toda personalidade pública deve saber aceitar e conviver com as críticas, por mais duras que sejam, mas que em nenhuma hipótese elas devem faltar com a verdade”.
Histórico
Aldo de Paiva já teve problemas com a polícia, pois ele e sua esposa, a dentista Tainá do Vale, foram responsáveis, em 2014, por um laboratório clandestino de suplemento alimentar, em Brasília.
Fonte: ANC
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