quarta-feira, 6 de junho de 2018

Aliança informal elegeu Patrícia Saboya para o Senado em 2002


Caso se confirme a aliança informal entre o PDT, PT e MDB, não será a primeira vez que a estratégia será usada no Ceará. Porém, só com algumas semelhanças. Em 2002, Tasso Jereissati e Ciro Gomes ainda eram aliados e apoiaram. Ciro era do PPS e concorria a presidente com o apoio do tucano, que não fez campanha para José Serra.
Tasso se lançou para o Senado e apoiou Patrícia Saboya, do PPS, sem que os dois partidos fossem coligados. Portanto, uma aliança informal, mas com coordenação política única. Do outro lado estava a esquerda, com as candidaturas ao Senado de Eudoro Santana, pai de Camilo, e Mário Mamede, da aliança PSB-PT.
Notem o PSDB e o PPS lançaram naquela eleição apenas um candidato de dois que tinham direito. Agora, o PDT (Cid Gomes) e o MDB (Eunício Oliveira) estudam lançar só um candidato cada. Terá coordenação política unificada?
A diferença fundamental: na disputa ocorrida há 16 anos, a aliança era entre velhos aliados que nutriam plena confiança entre si.
Fábio Campos é jornalista 
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