terça-feira, 29 de maio de 2018

Cobram muito impostos de remédios, energia elétrica, telefonia e outros


A greve nacional dos caminhoneiros chamou a atenção, sobretudo da classe média brasileira, para a excessiva cobrança de impostos em toda a cadeia dos combustíveis, principalmente em relação ao óleo diesel e a gasolina. Realmente são percentuais abusivos. Mas a carga tributária não é excessiva apenas em relação aos derivados do petróleo.
Os governos, Federal e estaduais, abusam nas cobranças de impostos em tudo que é imprescindível à vida, principalmente dos mais pobres, idosos e portadores de enfermidades duradouras, dependentes de medicamentos de uso contínuo.
Na última sexta-feira, um cidadão dependente de medicação de controle da pressão, exibia uma nota fiscal de uma das farmácias de Fortaleza, mostrando o valor de impostos pagos na compra dos seus remédios. Ele comprou Aprovel e Aspirina Prevent. Com outra mercadoria a conta foi R$ 154,29. Ao discriminar os valores, a nota destaca: “Valor aproximado dos tributos deste cupom R$ 29,82”. Isto é, quase 20% de imposto.
Outros produtos, de primeira necessidade, objetos da ganância dos governantes são as comunicações e a energia elétrica. Nesta, o Estado do Ceará cobra de ICMS, um percentual de 27%, ou seja, quase um terço de toda conta. Além disso ainda tem a taxa de iluminação pública, cobrada pelos municípios. Na telefonia, o ICMS cobrado no Ceará é de 28%.
Se os governos municipais, estaduais e federal gastassem parcimoniosamente com o necessários, e menos com o supérfluo, por exemplo acabassem com os excessos de viagens e festejos para inaugurações de pequenas obras, anúncios de autorizações de obras  e outras viagens,  com significativos gastos com passagens e diárias, a carga tributária poderia ser bem menor.
Senadores, deputados federais e estaduais, e vereadores, são responsáveis por tantos e elevados impostos e taxas.
Fonte: Blog do Edison Silva 
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