segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

5º Encontro de Poetas e Cordelistas de Ipueiras emociona o público na "Chácara da Dalinha"


A literatura de cordel é uma das maiores expressões culturais do Nordeste e, numa iniciativa da cordelista e poetiza Dalinha Catunda, a mesma realizou sábado (20), o 5º Encontro de Poetas e Cordelistas de Ipueiras. O evento reuniu escritores, poetas, cordelistas e cantadores de repente do Estado.

Dalinha Catunda ocupa a cadeira 25 na Academia Brasileira de Literatura de Cordel. A poetiza tem priorizado a promoção da literatura de cordel no encontro que acontece anualmente na cidade. A ideia é incentivar a troca de conhecimento e o fortalecimento a cultura popular em Ipueiras. Este foi o objetivo do 5º Encontro de Poetas e Cordelistas, que reuniu a “nata” da literatura de cordel do Ceará no final de semana.

Carregada de muita emoção, a anfitriã do encontro, Dalinha Catunda, inaugurou o mais novo espaço em sua chácara em Ipueiras. “Espaço Cultural Saberes do Sertão”, ambiente idealizado para apresentações musicais, teatralização de cordéis, declamações e  leituras poéticas.  

O evento contou com a participação de bardos da poesia brasileira. A noite foi abrilhantada por nomes conhecidos da literatura popular, como Francisco Silva Cesário, Gonçalo Ferreira, Anilda Figueiredo, Moreira de Acopiara, Tião Simpatia, Lucarocas, Aldemá de Morais, Nicolle de Oliveira, Dideus Sales e tantos outros.

No encontro, o presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, Gonçalo Ferreira, foi homenageado com o cordel coletivo feito por mulheres da ABLC.

Na ocasião, o grupo “Flor do Cariri” da cidade do Crato, e a peleja do repente em cantoria de Marlon Torres e Aldemá de Morais, apresentaram-se de forma magnífica.

Para a cordelista Dalinha Catunda, o evento foi um sucesso. Ela disse ao Primeira Coluna que o Encontro de Poetas e Cordelistas já faz parte do calendário de eventos da cidade de Ipueiras. O intuito do movimento é promover os autores e sua arte tradicionalmente conhecida e aceita pelo povo. “A cordelista afirma que o trabalho com o cordel evidencia as políticas públicas de cultura locais para despertarem para atender as demandas do gênero”.

Carlos Moreira é radialista 
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