sexta-feira, 30 de agosto de 2013

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

A culpa dos jornalistas nesse show de horrores sobre os médicos cubanos 146 - Por Leonardo Sakamoto
Parte dos jornalistas passou dias dizendo o que quis sobre a vinda dos médicos cubanos, sem se preocupar em checar informações ou as consequências de suas ações.
São escravos, vêm em aviões negreiros, são incompetentes, indolentes e teve até quem disse que as médicas pareciam “empregadas domésticas” (o fantástico é que a tosca em questão achou que estava ofendendo as doutoras mas, no fundo, rasgava preconceito contra uma suposta aparência de trabalhadoras domésticas).

Muito jornalista também deu voz de forma passiva e servil ao corporativismo médico desmiolado, ou seja, ouviu e transmitiu aberrações sem questionar. Que é a função primordial dele.
Isso alimentou um bando de filhos das classes média e alta, com formação política zero, conhecimento histórico inexistente, pouco senso crítico e zero de autocrítica. Que depois de bem “fundamentados”, levaram seus jalecos brancos para a porta de aeroportos a fim de repetirem o que ouviram.

Em suma, todo e toda jornalista que ajudou a inflar o monstro da xenofobia e do preconceito neste caso ou ao longo dos anos ou se omitiu diante disso tem uma parcela de culpa nesse show de horrores e de vergonha alheia.

Não somos nós que vamos a público tentar agredir estrangeiros. Da mesma forma que não é a mão de pastores ou deputados que seguram a faca, o revólver ou a lâmpada fluorescente que atacam homossexuais. Mas somos nós que, muitas vezes, na busca por audiência ou para encaixar um fato em nossa visão de mundo, tornamos a agressão banal, quase uma necessidade para restabelecer a ordem das coisas.

Parabéns colegas, a gente é o máximo.

Publicado originalmente no Blog do Sakamoto

Leonardo Sakamoto é jornalista e doutor em Ciência Política. Cobriu conflitos armados e o desrespeito aos direitos humanos em Timor Leste, Angola e no Paquistão. Professor de Jornalismo na PUC-SP, é coordenador da ONG Repórter Brasil e seu representante na Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

 Curso de rádio aperfeiçoa atuação de profissionais - Por Ellen Freitas / Fortaleza
Mais de 60 locutores de rádio estão se preparando para atuarem profissionalmente no Interior. O Curso de Aptidão para Formação de Radialistas foi realizado neste município, com encerramento na semana passada. O trabalho foi promovido pelo Sindicato dos Radialistas e Publicitários do Estado do Ceará.

Consagrada como o berço da radiodifusão na região jaguaribana, Limoeiro do Norte recebeu o curso para formação de profissionais radialistas em nível médio. Com o encerramento das aulas teóricas, os mais de 60 participantes seguem, agora, para a prática. Muitos já atuam no rádio e devem cumprir o estágio em suas respectivas emissoras, com carga horária de 220 horas.

De acordo com o atual delegado regional do Sindicato dos Radialistas, Paulo Noronha, há uma grande batalha para a moralização e valorização dos profissionais de rádio na região. “O Vale do Jaguaribe estava muito a desejar. O exercício legal da profissão passava longe, a lei não estava sendo levada a sério. O grande desafio do curso foi a busca da regularização das pessoas para exercer legalmente o seu programa, respeitando a lei, que já vai completar no final do ano 35 anos de vigência no país”, ressaltou Noronha.

A abertura oficial foi realizada dia 12 de agosto e teve a participação do presidente do Sindicato, Aderson Maia, que também ministrou aulas sobre a legislação que rege a profissão.

“O radialista é um profissional como qualquer outro, que precisa ter aptidão para o trabalho, certificado pela Delegacia Regional do Trabalho (DRT)”, ressalta Paulo Noronha.

Profissionalização

O intuito, segundo o delegado, é diminuir a atuação ilegal de profissionais nas emissoras da Região, dando mais qualidade ao trabalho. Outra intenção é cobrar, junto aos diretores de emissoras, o cumprimento das normas regulamentadoras.

É a segunda vez que a região jaguaribana recebe o curso. O primeiro, em 2011, foi realizado no município de Russas.

O curso abordou temas sobre a legislação, com o presidente do sindicato Aderson Maia; aulas de dicção e impostação da voz, com o fonoaudiólogo Henrique Martins, e aulas sobre radiodifusão, com o professor Nonato Lima, da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Na ocasião de encerramento, foram ofertadas comendas em homenagem a personalidades que contribuíram para difusão do rádio no Vale do Jaguaribe. Entre eles, o prefeito de Limoeiro do Norte, Paulo Duarte, que atuou como radialista, e o radialista e advogado Luiz Gonzaga de Feitas, um dos pioneiros do rádio na região, entre outros profissionais renomados.

Ellen Freitas
Parabéns Santa Quitéria - Por Carlos Moreira / Ipueiras
Santa Quitéria está em clima de festa, hoje é o aniversário de 157 anos de emancipação política do município.

A Prefeitura Municipal ira realizar diversas atividades como atos cívicos e prestação de serviços à comunidade.

Embora o clima seja de festa a população quiteriense sugere melhorias na solução quanto a sustentação e estrutura dos órgãos de policia civil e militar que estão sediados em nosso município, com a exigência de um melhor aparelhamento e condições de trabalho aos profissionais que zelam diariamente por nossa segurança. 

Carlos Moreira

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Frase do dia
"Ela (Dilma) lançou pela quinta vez o mesmo programa anunciado pela primeira vez em 2009, quando eu era governador do Estado e o presidente Lula, presidente da República."

Senador Aécio Neves (PSDB-MG), ao dizer que Dilma "desrespeita os mineiros" ao lançar o PAC das cidades histórias no Estado

terça-feira, 20 de agosto de 2013

O rock da saudade - Por Nirlando Beirão
Quando a MTV Brasil foi ao ar pela primeira vez, em outubro de 1990, videoclipes significavam uma tremenda novidade, as pessoas ainda compravam CDs e Zeca Camargo era tímido e magricela. A maioria dos VJs – especialmente das VJs – sugeria que eles eram selecionados pela centimetragem de suas tatuagens.

Primeira emissora de tevê aberta voltada para um público segmentado (fosse ele qual fosse), a MTV nasceu grunge, pop, indie, enfim, moderníssima. Madonna e Michael Jackson revezavam-se febrilmente com Nirvana e Guns n’ Roses. O slogan era “a música não para”. Parece que foi ontem. Na verdade, foi ontem.

A MTV sucumbe agora – ou pelo menos muda de cara, levada de volta à enfermaria da careta Viacom – aos sacolejos do tsumani que virou pelo avesso a indústria fonográfica e o mercado da música. É curioso observar que quem pretendia ser o futuro tenha rapidamente revelado as rugas de um envelhecimento tão radical.

Boas safras de talentos passaram por lá – Astrid Fontenelle, Maria Paula, Gastão Moreira, Fábio Massari, Sabrina Parlatore, Thunderbird, João Gordo – mas o mundo rodou, rodopiou, e a MTV não percebeu a mudança, como se ainda estivesse dançando na toada de um disco 78.

Ao necrológio dessa boa intenção chamada MTV Brasil não pode faltar, é claro, o reconhecimento devido à Editora Abril, que administrou a coisa até agora. A Editora Abril é, em pele de pretensa vanguarda, uma usina de produtos anacrônicos, antiquados e reacionários. Não tinha, nunca teve a ver com o que a MTV legitimamente tentou ser e não conseguiu.

 Nirlando é editor especial da seção QI de CartaCapital
Por que as redes assustam a imprensa - Por  Luciano Martins Costa
Há centenas, talvez milhares, de importantes ações culturais coletivas pelo Brasil afora, reunindo gente de teatro, músicos, produtores de artes visuais, grupos de folclore e cultura indígena, centros de preservação de tradições de imigrantes e de afrodescendentes. A maior parte dessas iniciativas pode receber verbas federais, desde que o então ministro da Cultura Gilberto Gil criou, em 2004, o sistema de editais, que permitiu  descentralizar os recursos públicos e estimular pequenos grupos, com pouca estrutura e muita informalidade, a realizar seus projetos.

Em março de 2008, Gil criou o Observatório dos Editais, abrigado no site oficial do ministério, pelo qual os interessados se informam sobre as oportunidades de patrocínio. O processo é relativamente simples e tem um sistema de monitoramento que resulta, entre outras coisas, na profissionalização de produtores culturais e na consolidação de entidades que sobreviviam a duras penas antes do programa de apoio.

O Ministério da Cultura tem também uma Secretaria de Economia Criativa, que oferece treinamento para gestores de empreendimentos culturais, ajudando-os a usar com eficiência os recursos dos editais. Quem vasculhar alguns jornais regionais vai encontrar anúncios de festivais de música e dança, exposições, festas populares, fóruns de arte e outras iniciativas que movimentam centenas de milhões de reais.

Mais de 5.500 municípios estão incluídos num ranking que classifica as ações culturais, permitindo a pesquisadores avaliar a diversidade e quantidade de expressões artísticas em andamento, constatando a dinâmica dessas manifestações populares.

Os agentes culturais são organizados em mais de 2,5 mil Pontos de Cultura, que funcionam como mediadores entre o Estado e a sociedade em cerca de 1.200 cidades. Há sempre alguns grupos com dificuldades de gestão, mas o sistema de auditoria continua ativo e disponível no site do Ministério da Cultura.

A mídia tradicional nunca deu importância e essa iniciativa, que há quase dez anos estimula a diversidade cultural em todas as regiões do país. Numa dessas raras ocasiões, o Globo produziu, em março de 2012, uma ampla reportagem afirmando que o atual governo estava esvaziando o programa do ex-ministro Gil.

Jornalismo orgânico

As Casas Fora do Eixo, coordenadas por Pablo Capilé, nasceram dessa política cultural. Elas formam uma constelação de produtores, que a partir dos Pontos de Cultura conseguem obter recursos dos editais de maneira mais organizada, o que ajuda a consolidar a maior parte de seus programas. Como todas as outras iniciativas, o Fora do Eixo está sujeito a atrasos no recebimento das verbas, desvios, erros de gestão e até mesmo má-fé.

A exposição despropositada de Capilé nos meios de comunicação, desde a eclosão das manifestações promovidas pelo Movimento Passe Livre, o transformou em objeto de minucioso escrutínio. Todo indivíduo ou organização, submetido às lentes fracionadas das redes sociais digitais, pode ser qualquer coisa, e por esse motivo as empresas precisam de especialistas para suas estratégias de marketing nesseambiente hipermediado.

A enorme complexidade e diversidade das interpretações a que qualquer tema é submetido nessas redes torna praticamente imprevisível o resultado da exposição intensa. No entanto, sabe-se que a mídia tradicional funciona como uma espécie de âncora para o conteúdo difuso das redes. Assim, se um colunista de jornal ou revista pinça determinado aspecto de um evento, essa ação vai desencadear reações em rede, geralmente de curta duração e muita intensidade.

O que está acontecendo com o Fora do Eixo é uma ação organizada, na qual agentes da mídia tradicional, apoiando-se em intelectuais pouco familiarizados com o ambiente digital, produzem o linchamento moral de Capilé e do Fora do Eixo. Mas tudo indica que o alvo principal não é o coletivo de produtores culturais: o objetivo é questionar a experiência derivada dessa iniciativa, o grupo denominado Mídia Ninja.

O que está em confronto é o jornalismo clássico, que se tornou refém da indústria da comunicação, e o midiativismo das redes. Não está em jogo a hipótese, improvável, de o midiativismo vir a substituir o jornalismo tradicional, mas, assim como na área cultural os coletivos não institucionalizados disputam com sucesso as verbas públicas com grandes produtoras, em algum momento um investidor inteligente pode descobrir o potencial de negócio implícito no jornalismo espontâneo e orgânico que acompanha as manifestações de protesto.

É esse temor que as corporações de comunicação não podem confessar.

Comentário para o programa radiofônico do Observatório, 20/8/2013

Luciano Martins é jornalista
Conta Gotas - Por Lúcio Albuquerque / Rondônia
PERGUNTAR NÃO OFENDE
Vale mais deixar o adolescente trabalhar ou deixá-lo disponível ao crime?

GERAÇÃO “NEM-NEM”. Você sabe o que seja a “geração nem-nem”? Existe em muitos países, mas no Brasil é formada em quase total maioria por pessoas que nem estudam nem trabalham, mas, em compensação, fazem filho e viver à custa do dinheiro do contribuinte aí sabem. São os beneficiários das muitas “bolsas” com que o Governo alimenta esses autênticos currais eleitorais enquanto a cada dia inventa mais meios de usar o dinheiro do contribuinte para manter os “nem-nem”.

VOTINHOS BONS
Quando leio sobre esse pessoal lembro de um ex-prefeito de um município do cone sul que ao sair de um templo evangélico em sua cidade disse que ali era bom, “porque tem uns votinhos bons...”. É igual a esses beneficiários alimentados por programas que invertem a própria filosofia do “ensinar a pescar ao invés de dar o peixe”.

DE VOLTA?
Perdendo de qualquer um – até do Flamengo, arghhh – o Fluminense caminha a passos largos para retornar à Série B. Mas eu continuo tricolor.

ESTACIONAMENTO
Até quando vereadores e lideranças sociais vão continuar assistindo, caladas, à escalada de violência perpetrada por funcionários municipais que se apresentam como guardas de trânsito? Liderados por algum “gênio” que continua criando mecanismos contrários aos interesses dos cidadãos, a coisa pode complicar mais que a proibição de estacionar no entorno da Feira do UM ou no lado direito da Calama.

POR QUÊ?
O que há por detrás da omissão desses grupos frente a esses desvarios da Semtran?

ADIADA
A cerimônia dos 4 anos de fundação da Academia Guajaramirense de Letras. Ficou para dia 24, com ato a ser realizado na excelente casa de eventos Laje de Pedras, na Pérola do Mamoré.

VERSÃO X FATO
O que vale mais, a versão ou o fato? É de se perguntar quando ocorre algum caso policial de maior repercussão, como agora da morte de um sargento da PM paulista, sua esposa e mais duas parentes, e  o suicídio (?) do filho do casal. O delegado que investiga o caso prende-se à versão inicial de que o garoto matou os dois e meteu depois uma bala na cabeça. Pelo visto nem dá bola para a possibilidade de ter havido uma queima de arquivo. O delegado está naquela linha de que vale mais a versão.

Inté outro dia, se Deus quiser!

José Lúcio Cavalcante de Albuquerque. É presidente da Academia de Letras de Rondônia. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional, desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo. Com um dos currículos mais completos do jornalismo rondoniense, Lúcio Albuquerque, graças ao seu diligente trabalho de apuração, ganhou prestigio e credibilidade na imprensa regional. Pela relevância do seu trabalho escreve para uma rede de sites e jornais de todo o Estado, honrando o gentedeopinião, com artigos de sua lavra. Jornalista e historiador, Albuquerque é testemunha ocular da explosão rondoniense, seja como repórter, ou fundador da primeira entidade representativa dos jornalistas, ainda no final dos anos 70.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Frase do dia
"Desejos por messias, eles não são bons em hipótese alguma. Não existem salvadores da pátria, existem homens e mulheres que se dispõem a construir a pátria."

Marina Silva, ex-senadora, ao analisar a possibilidade da candidatura de Joaquim Barbosa à presidência da República

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Quando eu esticar as canelas - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro
*
Amigos quando eu morrer
Não venham chorar por mim.
Me ponham na cova rasa
Joguem por cima capim
Mas se quiser me agradar
Me agradem antes do fim.
*
No dia do meu enterro,
Na hora do funeral
Pode jogar-me numa rede
No meio enfiar um pau
No ombro de dois “caboco”
Façam o trajeto final.
*
Chorar no meu buraco
É apenas adulação
Meu corpo tá lá embaixo
Mas a alma em ascensão
Se lixando pros panacas
Que rodeiam meu caixão.
*
Por isso digo e repito
Não me faça ingratidão.
Enquanto vida eu tiver
Quero consideração
Depois de morta dispenso
O choro e a lamentação.
*
Texto e ilustração de Dalinha Catunda

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Frase do dia
"Quando queremos colocar um país a limpo, é necessário que se coloque como um todo, não apenas uma parte, jogando o resto para debaixo do tapete."

Senador Humberto Costa (PT-PE), rebatendo o pedido da oposição de uma de CPI da Petrobrás com a proposta da abertura da CPI do metrô em São Paulo

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Manifestação chega ao fim em Santa Quitéria - Por Carlos Moreira / Ipueiras
Foto: Thiago Rodrigues


A manifestação ocorrida hoje em Santa Quitéria transcorreu tranquila. Jovens empunhando cartazes, pediam mais segurança para todos os quiterienses . 

O movimento contou com o apoio da população que ficou firme até o final. Mais de 90% dos comerciantes fecharam seus estabelecimentos e foram às ruas cobrar mais empenho das autoridades.

Testemunhos foram relatados por familiares que perderam seus entes queridos e até o momento os casos não foram elucidados.

A promotora de justiça de Santa Quitéria (CE), Dra. Luciana Girão Pierre, ingressou com uma Ação Civil Pública contra o Estado, se prontificando em atender as reivindicações da sociedade.

Para os lideres do movimento a manifestação alcançou seu principal objetivo, chamar a atenção das autoridades através da imprensa para a falta de segurança que vive o município de Santa Quitéria.

Carlos Moreira

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Santa Quitéria clama por segurança - Por Carlos Moreira / Ipueiras
A população de Santa Quitéria já não agüenta mais tanta insegurança. O município tem registrado muitos assaltos, roubos e assassinatos. Crimes sem solução, equipamento sucateado e falta de estrutura dificultam muito o trabalho da policia.

Devido a verdadeira omissão do poder público estadual, a população de Santa Quitéria irá as ruas amanhã, dia 8 de agosto, protestar contra a insegurança no município.

A concentração será na ponte do Rio jacurutu  as 6 da manhã, a coordenação do movimento espera um público de aproximadamente 3 mil pessoas. Todos os setores da sociedade estão sendo convocados:comerciantes, entidades de classe, associações, sindicatos, estudantes e servidores públicos. 

Carlos Moreira

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Partiu prematuramente - Por Carlos Moreira / Ipueiras

O garotinho "Elvis" perdeu a sua luta mais árdua, a mais difícil, ele tinha apenas 6 anos, mais já era um guerreiro. Com a pureza e inocência que só uma criança tem, cativava a todos com a sua alegria, era cheio de vida e disposição pra viver intensamente a vida, mas nós o perdemos prematuramente. Faleceu hoje em Fortaleza aos 6 anos de idade. Filho do casal Bimartins e Milene Mesquita, ambos moram no distrito de Macaraú em Santa Quitéria. Ele tinha complicações no coração. Foi submetido à uma cirurgia, realizada ontem, quarta feira (31/07) mais infelizmente veio a falecer.


É preciso aprender a refletir e a pensar a respeito dos sentimentos dolorosos da existência humana. A morte (Partida) é a única certeza que se tem na vida. É uma realidade difícil de ser compreendida porque pouco se sabe sobre ela e pouco estamos interessados em discutir o assunto. Simplesmente porque acreditamos que ela pertence aos outros, esquecemos que um dia chega para todos, inclusive para nós mesmo.


A partida de um Filho é considerada por muitos como a dor mais profunda e devastadora que uma pessoa pode sofrer na vida. Realmente, o luto pela partida de um Filho costuma ser de uma intensidade muito grande e geralmente possui um tempo diferenciado, tempo esse alongado em função das características específicas desse tipo de partida prematura e inesperada.



É comum pensar e desejar que a partida siga uma seqüência cronológica: primeiro partem os pais, depois, os Filhos. Por isso, quando essa seqüência se quebra, independente da idade do filho que partiu, os pais sofrem muito, pois para o ser humano, o Filho é a continuação de sua própria existência e quando um Filho parte, sonhos e projetos dos pais vão embora com ele.

Aos seus familiares, o nosso fraternal abraço com votos de pesar, desejamos que a paz e o consolo, continue reinando no meio de todos, primando, o amor a Deus sobre todas as coisas. 

Este blog não poderia deixar de se associar ao seu pesar, rogando a Deus que traga conforto aos corações enlutados com a perda do ente querido.

Fotos: Jéssica Araújo
 
Carlos Moreira