terça-feira, 17 de setembro de 2013

Conta Gotas - Por Lúcio Albuquerque / Rondônia

PERGUNTAR NÃO OFENDE
Por que quem pratica corrupção não é chamado de ladrão?
INFLAÇÃO
A senhora Roussef, conforme andei lendo recentemente, teria feito a aventura de circular em Brasília numa motocicleta. Bom, se é verdade ou não, talvez tenha sido para tentar sentir o povo. Bom, mas seguidamente ela, e seus ministros e acólitos, anunciam que a inflação está controlada. Senhora Roussef: que tal a senhora dar uma chegada aos supermercados? Mas pagando do seu bolso e não com cartão corporativo.
TEM RAZÃO
Repasso a quem queira responder, mas a pessoa que perguntou está coberta de razão na sua pergunta: “Por que condenados por corrupção deveriam, além da pena, devolver, com juros e correções, a grana que meteu a mão?”. Pergunta veio por email e espero que alguém se candidate a dar resposta.
ABANDONO
Em qualquer cidade do mundo há campanhas para as pessoas praticarem exercícios físicos. Em Porto Velho a Prefeitura, e não é de agora, só aparece naquela disputa basbaque do “desafio”, uma vez por ano. Locais como o Parque da Cidade estão em abandono. Quem frequenta o local antes do dia raiar tem de fazer exercício às escuras e usando equipamentos sem manutenção. Será que custa muito caro colocar algumas lâmpadas e ver os equipamentos?
ESPIONAGEM
Parece brincadeira, mas talvez só os atuais donos do poder não sabiam que países espionam, uns aos outros, como amantes fazem comumente, ou como técnicos desportivos o fazem.  Claro que o festival de caras feias contra o “grande irmão do norte” faz parte de um show para exercitar a vitimologia. Ao invés de providenciarem mecanismos que reduzam a possibilidade do acesso a informações ou simples email, ficam gerando casuísmo, como se não tivessem mais nada a fazer.
MASCARADOS
No Rio de Janeiro a polícia prendeu durante manifestação um homem com mochila e nela um sinalizador (daqueles que alguém na  torcida do Corinthians soltou e matou uma criança no jogo na Bolívia). A esposa dele “negou que o marido estivesse em posse de qualquer armamento e disse que o único objeto que ele carregava era um sinalizador do tipo usado pelas torcidas em partidas de futebol.”, conforme a coluna diariodopoder.com.br.  E o que ele pretendia com um sinalizador na mochila durante uma manifestação?
 
 
José Lúcio Cavalcante de Albuquerque. É presidente da Academia de Letras de Rondônia. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional, desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo. Com um dos currículos mais completos do jornalismo rondoniense, Lúcio Albuquerque, graças ao seu diligente trabalho de apuração, ganhou prestigio e credibilidade na imprensa regional. Pela relevância do seu trabalho escreve para uma rede de sites e jornais de todo o Estado, honrando o gentedeopinião, com artigos de sua lavra. Jornalista e historiador, Albuquerque é testemunha ocular da explosão rondoniense, seja como repórter, ou fundador da primeira entidade representativa dos jornalistas, ainda no final dos anos 70.
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