sexta-feira, 27 de agosto de 2010

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Frase do dia
"Todos nós vamos ficar emocionados quando o presidente Lula estiver descendo aquela rampa (do Palácio do Planalto). E ele estará passando para mim, para disputar a eleição, uma grande responsabilidade. Não é só governar, mas cuidar do povo que ele ama. Neste dia, a única coisa que vai me consolar é que, pela primeira vez, uma mulher estará subindo a rampa."

Dilma, de salto alto

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Frase do dia
"Tinha uma mulher que tinha muito que estar aqui porque todos aqui sabem quem é o Serra, quem é a Marina e quem sou eu, mas ninguém sabe quem é esta senhora que foi inventada pelo Lula."

Plínio de Arruda Sampaio, candidato do PSOL a presidente, ao criticar Dilma por ter faltado ao debate promovido pela TV Canção Nova

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Presidente Lula e Tasso - Por André Haguette / Fortaleza
Compreender a política não é tarefa fácil, mesmo sabendo que o jogo político é fundamentalmente um jogo de poder e de interesses, interesses dos mais inconfessáveis até os mais nobres, que sejam individuais ou coletivos. Assim o agir político está recheado de táticas e estratégias para atingir determinados fins. Quando tudo caminhava para um entendimento amigável, latente entre o PSB e o PSDB, eis que os arranjos foram desfeitos e um candidato de oposição a governador foi lançado, Marcos Cals, em apoio à candidatura de Tasso Jereissati a senador. Diversos comentadores políticos atribuíram esse lance à visita do presidente Lula ao Ceará, que teria exigido por parte do governador Cid um alinhamento oficial com os dois outros candidatos à senadoria. Verdadeira ou não, essa versão não deixa de ser instigante: o que levaria o governador a dobrar-se à vontade de Lula quando este acabava de aplicar um golpe de mestre no irmão Ciro?

A decisão manifesta uma clara intenção de permanecer ligado ao comando do Planalto, por medo de represálias ou esperança de benefícios futuros. Mas o que se consegue ou se conseguiu com isso? Se a política entre nós é concebida como uma troca entre o dar e receber e não como uma defesa intransigente de ideologias, programas e princípios cabe perguntar o que a fidelidade ao governo Lula dos dois últimos governadores trouxe ao Ceará? Muito pouco e pouquíssimo em relação à consistência e ao tamanho dos apoios e votos dos eleitores.

O Ceará se beneficiou, como todos os outros Estados da Federação, do sucesso da política econômica do governo Lula e de determinados programas, entre outros, o Bolsa Família, a criação de escolas tecnológicas e o crédito do Banco do Nordeste. Mas o que foi feito de específico no Ceará, estado entre os três ou quatro mais pobres do País? Cadê a refinaria, duas vezes publicamente prometida por Lula? Enquanto se planeja um trem-bala ao custo de (no mínimo) R$ 38 bilhões, o Governo Federal não foi capaz de concluir o metrô de Fortaleza. Cadê a Zona de Processamento das Exportações (ZPE)? Cadê as lentérrimas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o planejamento e dinheiro da Sudene triunfalmente recriada? E as nossas estradas federais comparadas às dos Estados vizinhos? E isso sem falar do tão prometido Hospital da Mulher! Diante desse quadro e dentro do jogo político nacional mesquinho de troca de favores, ficar na oposição não proporcionaria um melhor poder de barganha?

O governador Cid Gomes, pelo menos duas vezes no período eleitoral, declarou que “Tasso Jereissati era o maior político cearense das últimas décadas”. E, de fato, ele o é não somente por ter ocupado três vezes a governadoria do Estado, mas por ter elaborado e executado um novo projeto para o Ceará, o que levou estudiosos a criar a expressão “era Tasso Jereissati” para se referir aos últimos 24 anos no Ceará. Todos lembramos que Tasso, apoiado por empresários do Centro Industrial do Ceará (CIC) e pelo movimento Pró-Mudança, fez campanha contra os coronéis e tratou de organizar um estado livre do tradicional clientelismo e com finanças saneadas.

São do Tasso mudanças estruturais e sociais de efeitos multiplicadores: a industrialização do Interior; a implementação da indústria do turismo; a convivência com a seca mediante o Castanhão e o Caminho das Águas, hoje rebatizado de Eixão das Águas; as estradas e obras estruturantes como o Complexo Industrial e Portuário do Pecém; o novo aeroporto de Fortaleza; a fruticultura e floricultura no Ceará; a implantação dos agentes de saúde em todos os municípios; o Projeto São José; a municipalização do ensino fundamental que deu origem ao Fundef e ao Fundeb, a criação da Urca e da UVA; a universalização do ensino médio e a construção de Liceus; os programas de diminuição drástica da mortalidade infantil; de interiorização de água potável em torneiras, de eletrificação, etc. Este modelo de desenvolvimento vingou e teve continuidade, com modificações e acréscimos, nos governos Ciro Gomes, Lúcio Alcântara e Cid Gomes.

Aos olhos de quem julga os governos pelas obras que realizaram em favor da população, melhorando a sua vida, a opção do governador surpreendeu, mas teve o mérito de provocar a instalação de uma necessária oposição para apurar e fortalecer o jogo democrático e a prática governamental e legislativa.

André Haguette é Sociólogo

sábado, 21 de agosto de 2010

Frase do dia
"Se quiserem ir na festa do peão boiadeiro em Barretos, vão pagar R$ 65. Isso não é pedágio, é roubo do povo brasileiro!"

Lula, sobre o preço do pedágio nas estradas paulistas

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O sol do meu sertão - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro


Quando o sol se esconde,
Carregando o seu clarão.
Bate-me uma saudade
Do sol lá do meu sertão.
Do calor lá do Nordeste
Do céu azul do agreste
Do meu saudoso torrão.
*
Quando o dia amanhece,
Trazendo sua claridade,
Eu me levanto disposta,
Encaro bem a realidade
Pego firme no batente
Até cantarolo contente
Com ares de felicidade.
*
Mas se o céu escurece,
Fecho o tempo também.
Fico um tanto amuada
Enjoada como ninguém.
Pois nasci na terra do sol
Apreciando um arrebol,
Que noutro lugar não tem

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Frase do dia
"Já vivi isso. Quando tinha de fazer campanha contra o Plano Real, o povo votava no Real e eu me lasquei. "

Lula, comparando a situação que viveu com a que Serra vive hoje, segundo ele.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Rádio Universitária ontem e hoje - Por Marcondes Rosa de Sousa / Fortaleza



Confesso-lhes a emoção ao depor em vídeo, na Rádio Universitária, sobre seus primeiros momentos, quando, assessor de planejamento do reitor Paulo Elpídio, dávamos corpo aos anseios “de canais mais amplos na comunicação entre o mundo acadêmico e o povo”, expresso em seminário geral. Nascia aí a rádio, com estímulo do Ministro Eduardo Portella e da Rádio Jornal do Brasil.

Legava-nos sinal fraco o Dentel. Acalmava-nos, ao trio conceptor da emissora, já no ar, em caráter experimental, Rodger Rogério: “Esquenta não” convidando-nos, a Clóvis Catunda e a mim, para um filme científico.

Era a história de ponte que se derrubara com o simples soprar de uma brisa, na mesma frequência. Nos estúdios da emissora em experiência, adentra o professor Liberal de Castro, a expressar revolta contra as críticas à Universidade Federal do Ceará (UFC).

É que os intelectuais, em pesquisa recém feita, queriam um busto ao boticário Ferreira, mas o povão queria uma fonte. “Eureka, acordei. A água pode ser essa brisa”. E, de Alencar, ocorria-me: “Iracema saiu do banho, o aljôfar da água ainda a roreja como a doce mangaba que corou em manhã de chuva”.

Na Rádio, em experimentação, a água passamos a jogá-la em burborinhos a se confundir por meio de poemas, letras de música, em tudo. Ao final, o bordão: “Rádio Universitária, valorizando e repensando o Nordeste”. Guilherme Neto nos traz papo com Edson Queiroz, que descobria ter a água mais valor que o gás...

Hoje, “grafifeiro” da Rádio Universitária, na expressão de Paulo Elpídio, sinto o desejo de todos os cearenses no sentido de que a UFC estenda-se para além do Polo Cultural do Benfica, em todo o Ceará, levando mais longe o ensino, a pesquisa e a extensão. A educação, estendendo-se como aljôfar da água a rorejar-nos...

Marcondes Rosa de Sousa é professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Frase do dia
"O coração do Partido dos Trabalhadores, ao qual pertence Lula, bate por Chávez."

Fernando Henrique Cardoso

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Municípios recebem R$ 24,1 milhões para investimento na gestão do Bolsa Família - Por Roseli Garcia / Brasília


Os valores se referem ao IGD-M de maio. 142 cidades que não atenderam aos critérios exigidos pelo MDS ficaram sem recursos destinados às ações administrativas do programa

Os municípios receberam do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) R$ 24,1 milhões, referentes ao Índice de Gestão Descentralizada Municipal (IGD-M) de maio. Os recursos, repassados mensalmente, devem ser aplicados exclusivamente em ações administrativas para aprimorar a gestão local do Programa Bolsa Família.

O montante destinado a cada cidade é calculado com base no desempenho municipal no monitoramento da frequência escolar e agenda de saúde dos beneficiários e nas taxas de cadastro válido e atualização cadastral. Do total de 5.564 cidades existentes no Brasil, 5.422 receberam o IGD-M referente a maio porque cumpriram as exigências mínimas no desempenho do programa: execução de 55% do total das atividades, combinado a um mínimo de 20% no monitoramento da frequência escolar; agenda de saúde; atualização cadastral e cadastro válido.

Além dos índices mínimos, numa escala que varia de zero a um, as prefeituras precisam ter assinado termo de adesão ao Bolsa Família e estar habilitadas ao Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Os valores são calculados pela Secretaria Nacional de Renda de Cidadania do MDS com base nos percentuais mensais da gestão municipal, levando em consideração o valor de R$ 2,50 por família, com renda per capita de até meio salário mínimo, inscrita no Cadastro Único. O montante é destinado via Fundo Nacional de Assistência Social a cada cidade que atendeu ao critério para o Fundo Municipal de Assistência Social. A prestação de contas sobre utilização do IGD-M precisa ser aprovada pelo Conselho Municipal de Assistência Social.

As regras estabelecidas pelo MDS impediram que 142 cidades recebessem os recursos de maio (veja quadros abaixo). Essas suspensões não afetam o pagamento mensal dos benefícios as 12,5 milhões de famílias atendidas pelo programa. Elas continuam sacando os valores nos postos de atendimento da Caixa Econômica Federal, por meio de cartão e senha pessoal.

Os valores do IGD-M devem ser aplicados nas ações de cadastramento de famílias, gestão de benefícios, no monitoramento das contrapartidas de educação e saúde, na articulação entre esses setores e a assistência social e na execução das ações de desenvolvimento do beneficiário do Bolsa Família. O indicador foi criado em abril de 2006 para apoiar financeiramente os municípios na gestão compartilhada do programa.

Roseli Garcia

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

"Eu posso dizer para vocês que essa [Dilma] é uma mulher de uma integridade de tal magnitude, que eu teria coragem de viajar dez anos e deixar meu carro zero quilômetro e dez talões de cheque assinados em branco na mão dela."

Lula, durante comício em Belo Horizonte

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Jeremias Catunda, um ano de saudades - Por Bérgson Frota / Fortaleza



Um ano passou meu pai, os dias se foram e tu hoje me fizestes lembrar a figura encanecida que ao adentrar as calmas águas das oitenta e três primaveras, deixou-nos com tristeza, já com saudades. Mas com a certeza do dever cumprido.

Durante todo o tempo em que exercestes de forma ativa, dedicada e plena o teu papel, sempre soubestes da real importância que tinhas, tens e sempre terá para nossa vida.

O exemplo rico e vivo, deixado por ti, de integridade, retidão de caráter e compreensão ficaram e brotarão.

Também do ato sagrado de ser pai, que para ti não se resumia em gerar e sustentar um filho. Mas criá-lo, incutindo nele valores espirituais e morais, mostrando a real primazia dos dois primeiros em relação aos valores materiais, e isto tu bem o fizestes.

Nestes anos tua presença constante pela observação, soubestes reconhecer os valores latentes nos filhos, e os incentivou a exteriorizá-los para assim tornarem-se senhores de si.
Sabendo e tendo desta forma a responsabilidade de que nos criava para o mundo e nesta consciência, agiu de forma equilibrada e responsável. Dando tu próprio o real exemplo.

Quantas vezes meu pai, tu não chorastes em silêncio, no medo desassossegante de falhar, de não cumprir corretamente a tua missão.

E o choro silencioso pelo destino dos filhos por si só já não era uma prece ? Sem palavras, mas prece, pois não negava uma sublime rogativa.

Quantas vezes pai, para ensinar não te tornastes duro, quando o coração mandava relaxar e ceder pela alegria temporária. Porém, enquanto a dureza do momento garantiria horas e anos de gratificantes resultados.

É pai, assim sabendo, firme tu te mantivestes.

Junto à fiel companheira na semeadura do passado, muito fez e nos deixou tuas lições, num caminho não isento de fartos percalços e dificuldades superadas, de sacrifícios e dores pelos filhos.

Nós, os filhos e esposa hoje recordamos, em respeitoso silêncio, sentindo na saudade de ti, a presença que constante a não nos fazer distante, de forma diária de tudo que percorrestes conosco e venceu nesta difícil tarefa, que para nós te fez grande.

Um pai herói inesquecível. Lembramos tua humanidade, que nos teus atos foram e são estímulos de exemplos imorredouros do dom sagrado do Criador, fazendo com que ao nos deixar fisicamente, nós cá sofrêssemos órfãos da tua paternidade, tão querida, a nos fazer ainda mais e sempre presença presente na nossa vida do teu amparo, direcionamento e eterno amor.

Texto publicado originalmente no jornal O Povo, de Fortaleza.

Bérgson Frota, escritor, contista e cronista, é formado em Direito (UNIFOR), Filosofia-Licenciatura (UECE) e Especialista em Metodologia do Ensino Médio e Fundamental (UVA), tem colaborado com os jornais O Povo e Diário do Nordeste, desenvolvendo um trabalho por ele descrito de resgate da memória cultural e produzindo artigos de relevância atual.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Frase do dia
"Se os EUA insistem que temos de nos ocupar da América do Sul e eles se ocupam do mundo, isso não vai acontecer."

Marco Aurélio Garcia, assessor especial de Lula

domingo, 8 de agosto de 2010

A Ponte Velha - Por Bérgson Frota / Fortaleza


Lembrar a ponte velha é recordar uma Ipueiras antiga, pois era assim que chamávamos quando garotos, a única ponte na época existente sobre o rio jatobá.

Construída sobre fortes pilares, era estreita, mas era a nossa ponte.
Que no inverno nos ligava ao bairro da Estação para vermos o trem passar e quando o rio enchia, servia de base para os mais simples e perigosos saltos n`água.

Mesmo exaltando seus fortes pilares, que pareciam de rocha pura. A velha ponte não resistiu ao turbilhão de água que, em uma noite de tempestade, em meados da década de oitenta o rio fez descer.

Na época, em compensação, já tínhamos uma outra ponte, nova, mais alta, larga e longa.

No entanto, a ponte que a natureza na sua sanha invernal levou, deixou lembranças.

Foi a ponte que primeiro uniu a cidade repartida pelo jatobá, mesmo sendo um rio sazonal. Era a ponte que rompeu distâncias e impedimentos de transportes, e quando o rio cheio passava por baixo, fazia o doce som da água, quando desafiada em seus domínios, separada em seu leito.

A memória guarda nossas lembranças, e pinta com sentimentos os quadros que guardamos.

Pra muitos hoje, não há como lembrar da ponte velha, por razão de não a terem conhecido. Mas os que dela lembram, certamente jamais a esquecerão.

A ponte velha que antes serviu a muitos passantes, ficou na memória destes, que um dia a cruzaram, e recruzaram, até o dia dela não mais existir.

No seu lugar construíram a Ponte do Idálio, a mais nova e moderna das pontes de Ipueiras e única sobre o jatobá. Ponte esta que nos lembra pelo espaço que hoje ocupa, a velha ponte que da memória não conseguimos apagar.

Texto publicado originalmente no jornal O Povo, de Fortaleza.

Bérgson Frota, escritor, contista e cronista, é formado em Direito (UNIFOR), Filosofia-Licenciatura (UECE) e Especialista em Metodologia do Ensino Médio e Fundamental (UVA), tem colaborado com os jornais O Povo e Diário do Nordeste, desenvolvendo um trabalho por ele descrito de resgate da memória cultural e produzindo artigos de relevância atual.

sábado, 7 de agosto de 2010

Espaço Cultural de Ipueiras - Por Marcondes Rosa de Sousa / Fortaleza


Conde,

Obrigado pela acolhida dada ao "Deu tudo certo". Estava mesmo querendo falar com você. Até pedi ao Kleber para ele lhe transmitir um e-mail que passei pra ele, porque estava sem o seu e-mail.Como agora estou de posse dele, segue agora direto para você.

Esta é mais uma "invencionice". Peço a você que me arranje uma foto de seu Wencery e uma da dona Adaísa (ou uma deles dois). Elas serão colocadas no Memorial, que será inaugurado dia 25 de outubro, em Ipueiras, e que abaixo lhe dou mais detalhes.

Peço também a você que me ajude na divulgação para obter fotos e objetos que tenham a ver com o tempo dos pais da gente em Ipueiras. Digo tudo nesse e-mail logo abaixo. Já mandei esse pedido para algumas pessoas, como o Raimundo Frota, o Nagib, a Terezinha Mourão, a Dalinha, o Kleber.

Estou procurando fotos e objetos para o Memorial de Ipueiras, que se enquadrem na seguinte temática: "Ipueiras dos nossos pais - e de nós, quando meninos".

As fotos serão colocadas no Memorial, que será inaugurado dia 25 de outubro, em Ipueiras, sobre o qual abaixo lhe dou mais detalhes.

Peço também a você que me ajude na divulgação para obter fotos e objetos que tenham a ver com "aqueles tempos" de Ipueiras. A minha idéia é ter todas as fotos selecionadas, aí em Fortaleza, até o dia cinco de outubro (prazo final de recebimento).

Quem puder me mandar a foto "escaneada" direto pra mim, até o fim de setembro melhor (pode mandar como um anexo para este meu e-mail), Isso porque já mandarei fazer aqui as fotos que me chegarem até cinco de outubro (pois que precisam receber moldura e irem ser colocadas no Memorial em Ipueiras).

Segue abaixo o texto que peço que você divulgue para quem achar que possa se interessar em ter seus pais (ou avós) presentes no Memorial.

Aliás, no texto não está destacado mas quero lembrar que estou também interessado em ter peças e objetos pessoais ou de família porque o Memorial terá mostruário especial para exibição dessas peças.

No texto abaixo fala sobre como se pensa deverá vir a ser o Memorial, e, no final, depois dele, uma listagem que lembrei de potenciais nomes para fotos.

Divulgue, por favor, o máximo que você puder o conteúdo (nomes de pessoas e objetos) desse e-mail.
Tudo de bom,
Frota Neto.

****O Espaço Cultural de Ipueiras (ECIPS) está sendo montado para ser inaugurado em 25 de outubro deste ano de 2010.
A atual (que é a primeira) fase do ECIPS está sendo construída nos lotes 1, 2 e 3 da Quadra 1 (a mesma da caixa d'água) do loteamento Cidade Satélite.
A idéia do Espaço Cultural de Ipueiras (ECIPS) é de uma espécie de "parque temático ao ar livre", com a seguinte composição: Projeto completo:

1. Memorial: "a Ipueiras dos tempos dos nossos pais - e de quando nós meninos"
2. Oratório de N.S. de Fátima
3. Casa de farinha
4. Anfiteatro-cine
5. Coreto
6. Carro de boi
7. Amarelinha e o Escorregador
8. Bosque.

Marcondes Rosa de Sousa é professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Frase do dia
"Se fosse assim, todo mundo que foi à zona um dia pode ser (pai)."

José Alencar, vice-presidente da República, ao negar que tenha uma filha fora do casamento

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O eterno Rei do baião - Por Dalinha Catunda / Rio de janeiro



Já faz mais de vinte anos
Que o velho Lua morreu.
Da vida dos nordestinos
Nunca desapareceu.
Pois em cada canção
Cantou com o coração
O mundo que ele viveu.
.
E o Rei do Baião vive
Na boca de sua gente.
Tudo que ele gravou
Canta-se no presente.
Foi a voz do retirante,
Dos que estavam distante,
Foi o canto do ausente!
.
Luiz Gonzaga cantou,
Os costumes do sertão
Cantou beatas e santos,
Padre Cícero Romão,
Cantou o povo sua fé
O Santo de Canindé,
Cantou até oração.
.
Cantou também paro o papa
Cantou o cruel Lampião,
Lendas de cangaceiros
Que habitavam o sertão.
Cantou a mulher rendeira
E Sá Marica parteira
Costumes e tradição.
.
Cantou do vate Catulo,
Que no nome tem Paixão,
E digo com toda certeza
Que encantou seu torrão,
Com a mais bela cantiga
Que amor a terra instiga
Chamada Luar do Sertão.
.
Lua mostrou ao Brasil
Nossa nação nordestina.
Falou de chuva e de seca
Contando a nossa sina.
Cantou tristeza e alegria
Dum povo que contagia
Pois a ser forte ensina.
.
Cantou a fauna e a flora.
Do nosso seco sertão.
Mostrou o mundo inteiro
O amor pelo seu chão.
Asa branca contagiou,
E o povo todo cantou,
Este hino ao Sertão.
.
O querido rei caboclo.
Aclamado rei do baião.
Viverá eternamente
Em nossa recordação.
E será eternizado
Pois sempre será lembrado
Por toda nossa nação.
.
Quando o fole da sanfona,
Gemer em qualquer lugar.
E um forró pé-de-serra
O sanfoneiro tocar
Lembrarei de Gonzagão,
O nosso rei do Baião,
Majestade Singular!

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará

Uso sem controle de antibióticos ameaça a saúde da população - Por Thais Ribeiro / S. Paulo



Segundo a OMS, se não houver um controle rigoroso da utilização de antibióticos a população poderá ficar sem defesa contra as bactérias que causam infecções. Nesse sentido, o Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo, CRF-SP lança mais uma etapa da campanha pelo uso racional de antibiótico e combate à resistência bacteriana. No próximo sábado, 31 de julho, no parque Villa Lobos, região oeste da cidade de São Paulo, a população será orientada por farmacêuticos sobre os riscos da automedicação e uso indiscriminado de antibióticos. Além disso, o CRF-SP promove em todo o Estado um ciclo de palestras gratuitas em que especialistas irão apresentar o panorama atual do uso de antibióticos, alertar sobre a responsabilidade na prescrição e dispensação correta desse medicamento, além de munir os profissionais com informações que serão imprescindíveis na orientação aos pacientes.

A mensagem da campanha do CRF-SP que deve ficar na mente da população é usar antibióticos apenas com receita médica e orientação do farmacêutico. Usá-los de forma incorreta ou desnecessária prejudica o paciente e torna toda a população indefesa contra infecções bacterianas.

Sobre antibióticos:Descobertos na primeira metade do século XX, os antibióticos são medicamentos que combatem os microorganismos que, anteriormente, causavam enorme mortalidade, como lepra, tuberculose e outras infecções. Esses produtos têm contribuído para reduzir a mortalidade infantil e adulta, elevar a qualidade de vida e a longevidade da população mundial. Desde que esses medicamentos foram descobertos, as bactérias vêm criando defesas, se modificando por um processo conhecido como “seleção natural”, e tornando esses produtos cada vez mais ineficazes. A ciência e os laboratórios farmacêuticos não conseguem pesquisar e descobrir novos produtos na mesma velocidade com que eles têm se tornado ineficazes, pois as bactérias têm criado resistências cada vez mais amplas e difíceis de combater. Bactérias antes consideradas inofensivas, agora causam doenças incuráveis. O fator que mais contribui para o agravamento desse problema é o uso abusivo e inadequado dos antibióticos, por indicação inadequada, e principalmente, pela venda sem controle.

Thais Ribeiro

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Frase do dia
"Então fica combinado assim: carta anônima não é dossiê; dossiê é banco de dados; e rubrica não é assinatura."

Ricardo Noblat