sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Frase do dia
"Vou lhe ensinar com quantos paus se faz uma canoa. Está doido de Albano? Sai daí, ó Seca do 15! Gato escaldado tem medo até de água fria, ó viu!"

Neno Cavalcante é jornalista

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Ensinar e liderar como Zilda Arns - Por Eduardo Shinyashiki / S.Paulo


O céu ganhou mais uma estrela. Com uma vida dedicada especialmente a ajudar o próximo, Zilda Arns foi um exemplo de líder comunitária, que usou de suas principais habilidades, para conquistar o bem do próximo. Fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, Zilda se destacou mundialmente por sua luta incansável contra as doenças infantis e outros males que atingem os necessitados.

A atenção ao capital humano, ao conhecimento, as experiências e competências das pessoas nas batalhas em favor do próximo foi fundamental para a concretização de seus resultados. O reconhecimento de um ideal, de um sonho, a capacidade de estimular nas pessoas entusiasmo, criatividade, dedicação, o sentimento de pertencer a algo, enfim, os valores chamados intangíveis, não passíveis de serem medidos com números e calculadoras, foram fundamentais na construção e na manutenção de seus projetos sociais.

A missão humanitária de Zilda Arns é um exemplo de solidariedade que deve ser seguido por todas as pessoas que buscam respostas para a desigualdade social existente no planeta. As ações são como sementes, que penetram profundamente e fecundam o cérebro ao criar pensamentos e convicções. Elas constroem a realidade, cristalizam nossas emoções, modelam nossas atitudes e condiciona nossas decisões.

Zilda Arns pode ser considerada uma das maiores líderes dos últimos anos, que não hesitou em atravessar fronteiras em um gesto de amor ao próximo e não enxergou barreiras ou limites no combate à fome e à desnutrição. O líder indica a direção e verifica a rota, transmite a missão e o significado da tarefa e das ações, tentando assim, harmonizar e equilibrar as vontades e metas individuais com a coletiva. Se espelhar na brilhante e admirável trajetória de Arns é uma maneira de elevar o seu nível pessoal, profissional e humanitário.

O legado de Zilda Arns, que salvou milhões de crianças no Brasil e no mundo e deu assistência à milhares de idosos abandonados pelas famílias, nos inspira e estimula a participar de trabalhos voluntários, em um gesto de doação ao próximo. Enquanto houver pessoas como Zilda Arns no mundo, ainda haverá esperança no ser humano.


Eduardo Shinyashiki é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Caiu na rede



Publicado originalmente no blog do Ricardo Noblat
Frase do dia
"A ministra nasceu no Estado, mas nunca teve vínculos aqui. Não fica bem ela se lembrar de Minas só na hora da campanha."

Danilo de Castro, secretário de Governo do Estado de Minas, a respeito da ministra Dilma Rousseff

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Vida, vocação, ministério - Por Marcondes Rosa de Sousa / Fortaleza
De padre Manoel Lemos de Amorim recebo, com dedicatória a mim, o livro "Vida Vocação Ministério", de sua autoria, em 361 páginas, ultimadas, em papel couchê, por rica memória iconográfica, onde figuramos ele e eu, em abraço, em sua posse no Conselho de Educação do Ceará (CEC), por mim então presidido.

A obra me despertou, num flashback, reunião em que, no CEC, discutimos a educação religiosa em nossas escolas públicas, com as diversas confissões. Foi quando nos surpreendeu o então reitor da Uece, professor Manassés Fonteles, a nos relatar, ali no hall do próprio CEC, o ataque às torres gêmeas, visto na televisão.

Em casa, dou com jovem advogada, amiga de meus filhos, que já havia telefonado para o namorado, que, surpreso, concluiu pela necessidade de mesa em que se sentassem Jeová, Cristo e Alá, motivando artigo por mim escrito (O POVO, em 3/10/2001), falando de ceia em que seriam revistos os equívocos históricos nossos, sepultando-se cruzadas e guerras santas, em favor do combate à indigência e a pobreza no mundo.

O papa Bento XVI advoga relação mais estreita entre o ser humano e o meio ambiente: "se o homem se degrada, degrada-se o ambiente em que vive (,,,) Daí o espaço a todos, inclusos agnósticos e ateus". O Papa recorda o pátio dos gentios, que se encontrava no Templo de Jerusalém, onde estes podiam rezar ao Deus desconhecido"

Para ele, "os que veem a religião como algo estranho (...) não gostariam de permanecer sem Deus, mas dele se aproximar ao menos como desconhecido". Vivemos os tempos de aquecimento global, em todo o planeta. De reunirmos, tais como recentemente em Copenhague, os países do mundo. Tempos, por outro lado, do cumprimento da "terceira profecia" da Virgem de Fátima, não expressa no livro de padre Amorim...

Texto publicado originalmente no jornal O Povo, de Fortaleza.

Marcondes Rosa de Sousa é professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Frase do dia
"E uma mulher não pode ser submissa ao homem por causa de um prato de comida, ela tem que ser submissa a um parceiro porque ela gosta dele e quer viver junto com ele."

Lula

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nota de Pesar - Mistério da Saúde


MINISTÉRIO DA SAÚDE

NOTA DE PESAR


O Ministério da Saúde recebeu com grande pesar a confirmação da morte da fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança Internacional, Zilda Arns Neumann, no tremor de terra ocorrido nesta terça-feira (12) no Haiti. A trajetória desta médica catarinense que acolheu como missão de vida a saúde pública é exemplar para todos os brasileiros.

Ao fundar a Pastoral da Criança — entidade que tem o Ministério da Saúde como principal parceiro financeiro desde 1985 e também um de seus principais parceiros técnicos —, Zilda prestou auxílio inestimável para desencadear país afora as políticas públicas de alimentação e nutrição, amamentação materna e controle da mortalidade infantil, entre outras ações de prevenção e promoção da saúde, tão preciosas ao desenvolvimento da infância. Hoje a Pastoral da Criança está presente em 27 países.

“A atuação desta grande mulher e grande sanitarista brasileira foi essencial para elevar a criança a uma condição prioritária dentro das políticas públicas brasileiras”, afirmou o ministro José Gomes Temporão. “Morreu em missão, como viveu toda a sua vida.”

Ao longo das últimas décadas, Zilda Arns Neumann tornou-se uma personalidade emblemática na defesa da saúde, bem-estar físico e mental das crianças e da população brasileira, tendo recebido prêmios nacionais, como a Medalha de Mérito Oswaldo Cruz, conferida em novembro passado pelo ministro Temporão, além de prêmios internacionais.

Era defensora contumaz da criação de uma fonte de recursos permanente para o Sistema Único de Saúde (SUS) e foi conselheira pelos últimos 18 anos do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Sua atuação também é tida como fundamental para a sustentação de práticas hoje arraigadas no SUS, como o controle social e o cuidado com a saúde indígena.

Zilda Arns Neumann era atualmente coordenadora da Pastoral da Criança Internacional e da Pastoral do Idoso. Estava no Haiti disseminando entre religiosos de comunidades carentes daquele país as práticas exitosas da Pastoral.

Nascida em Forquilhinha (SC) em 1934 e irmã do cardeal-arcebispo emérito de São Paulo, d. Paulo Evaristo Arns, Zilda Arns Neumann era médica formada em 1959 pela Universidade Federal do Paraná, tinha cinco filhos e dez netos. Atuou como pediatra no Hospital de Crianças Cezar Pernetta e como diretora técnica da Associação de Proteção Materno Infantill Saza Lattes, em Curitiba (PR), e, posteriormente, como diretora de Saúde Materno-Infantil, da Secretaria de Saúde Pública do Estado do Paraná e do Ministério da Saúde.
Frase do dia
"Precisamos criar um movimento que possa envolver uma espécie de um tratado de ajuste de conduta entre os órgãos executores e órgãos fiscalizadores para que a gente não dê na fiscalização, seja na questão ambiental, na Controladoria [da União], no Tribunal de Contas, o mesmo tratamento como se tivéssemos vivendo tempos de normalidade."

Lula, sobre as obras para a Copa do Mundo

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

V concurso Tim Lopes de investigação jornalística - Por Viviane Danin / Brasília



Aproveite para participar do V Concurso Tim Lopes de Investigação Jornalística. As inscrições poderão ser feitas até o dia 29 de janeiro de 2010 por meio do site www.andi.org.br/timlopes. O tema do concurso é: "Imprensa e sociedade aliadas no enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes". O maior diferencial do Concurso Tim Lopes é que ele não premia reportagens já veiculadas e sim projetos de reportagem.

Podem participar repórteres, editores e chefes de reportagem de diferentes tipos de veículos (impresso, rádio, televisão, web e veículos comunitários ou alternativos), além de estudantes e professores de cursos de comunicação.

Para participar, basta preencher o formulário de inscrição que está disponível no site do concurso. As melhores propostas de pauta sobre o problema da violência sexual contra crianças e adolescentes recebem um apoio técnico e financeiro para sua realização (as bolsas variam entre R$ 10.500,00 a R$ 16.000,00). Ao final, os participantes recebem também um prêmio de R$ 3 mil.

O Concurso é uma iniciativa da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI), da Childhood Brasil (Instituto WCF) e da Save The Children Suécia e conta com o apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O projeto é uma homenagem ao jornalista Tim Lopes, que foi assassinado por traficantes de drogas enquanto investigava casos de exploração sexual de adolescentes, em uma favela do Rio de Janeiro.

Viviane Danin é jornalista

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O beija flor apaixonado - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro


Sobre a copa de uma bela goiabeira se espalhavam ramas de um pé de maracujá.

Lindas flores alternavam-se entre pequenos maracujás atraindo insetos de todos os tipos.Borboletas e besouros batiam asas na ânsia de sorverem o néctar de cada flor.

No meio de tantas flores, iluminada pelo sol e bordada pelo orvalho matinal, no topo da árvore, uma delas se destacava balançando-se graciosamente ao vento.

Assim como existem rainhas em colmeias, aquela bela flor de maracujá, pela sua exuberância, pela beleza e pelo brilho que o sol lhe emprestava ao tocar as gotículas de orvalho que se espalhavam pelo seu interior, era sem dúvidas a rainha daquele maracujazeiro.

Eu fiquei algum tempo observando o ir-e-vir dos visitantes que se deliciavam com as belas flores apresentando um majestoso espetáculo natural.

De repente, algo chamou a minha atenção. Um beija-flor paradinho olhava embevecido para a bela flor.E assim ficou por muito e muito tempo, até que um mangangá, saído não sei de onde, pairou sobre a flor.

Foi aí que, inesperadamente o quieto beija-flor saiu do seu estado de êxtase e partiu para cima do mangangá que surpreso, não viu alternativa a não ser fugir do ataque.

Mesmo assim, o beija-flor perseguiu o grande besouro, preto e amarelo, até deixá-lo bem longe daquela exuberante flor que tanto lhe encantava.

A flor de maracujá não podia dispensar as visitas do mangangá que tinha como função fazer a polinização do maracujazeiro. Entretanto, estava roxa de amor pelo o pequeno pássaro que não tirava os olhos dela e viravolta cobria-lhe de beijos.

O pacato beija- flor que vivia voando de flor em flor, com ciúmes do mangangá, deixou sua vida aventureira e guardou todos os seus beijos para aquela flor esplendorosa que cativou para sempre seu coração.

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Foto do dia


Foto: Kleber Catunda- Arco de Nossa Senhora de Fátima (Ipueiras-Ce)
Tapioca com queijo - Por Chico Cordeiro / Ipu


Uma breve historia da TAPIOCA COM QUEIJO:

Este era o meu manjar preferido no café da manhã, na velha casa da Rua da Goela, lá pelos idos de 1955.

Eu me deliciava mesmo. Com a tapioca ainda quentinha eu abria a mesma e cortava fatias fininha do queijo de coaho e colocava na tapioca e depois enrolava a tapioca feito um canudo e comia com o café, uma xícara média pela metade com açúcar, ou seja era um melaço de café.

Chegando em Recife, no dia 4 de janeiro de 1965, aquji não encontrei nem po queijo de colho igual ao nosso, o daqui era um queijo cru e gosto era horrivel, depois fui me adaptando e a tapioca o recheio era de côco, esta mistura me provocava uma tremenda enxaqueca - Côco+Tapicoca - Era comer e botar pra morrer.

Até que um dia, também no dia 4 de janeiro de 1975 - eu conheci CHICA - FRANCISCA VILARIM - E nós iamos no final da tarde todos os dias, namorar lá no Alto da Sé em Olinda.

Alí já era um reduto tradicional das tapioqueiras e só tinha isso de lanche.

Para mim era um martirio: Comia a tapioca e botava pra morrer de enxaqueca.

E por isso eu só tinha duas opções: Comer a tapioca sem côco, ou comer côco e na mesma hora tomar sonrisal. Só assim eu não tinha enxaqueca.

Até que um dia consegui um queijo de coalho aceitável e levamos para o Alto da Sé, queijo de coalho e manteiga.

A Tapioqueira achou tudo muito estranho: "Quem já viu disso comer tapiocas com queijo..."

Eu e Chica nos esbaldamos comendo tapioca com manteiga e queijo coalho.

A Tapioqueira também aprovou a nova mistura e oferecemos também para algumas pessoas que estavam comprando tapioca e todos aprovaram.

Deixamos o restante do queijo e a manteiga com tapioqueira e mais três semanas depois já era oferecido a nova opção de tapioca com queijoo a clientela.

E foi assim que os pernambucanos começaram a comer e apreciar a tapioca do Ceará.

Chico Cordeiro
A tapioca - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro


É uma herança indígena,
Derivada da mandioca.
Guloseima que os índios,
Comiam em suas ocas.
E o nordestino adotou,
Por certo ele aprovou,
Em sua mesa a tapioca.
*
Quem jamais provou,
Precisa experimentar,
A tapioca de goma
Feita no meu Ceará.
Presença confirmada
Em todas as camadas,
Das terras de Alencar.
*
Há quem use na tapioca,
Novos ingredientes.
Recheada e colorida,
Com sabores diferentes.
Mas eu amo a tradicional,
Feita em minha terra natal,
Com sabor da minha gente.
*
Feita com a goma molhada.
E temperada apenas com sal.
Depois de úmida e peneirada
Dá-se continuidade ao ritual.
Com a frigideira bem quente
Destas que tem antiaderente
Conclui-se a receita afinal.
*
Frigideira estando no ponto,
Preste bastante atenção:
Coloque no fundo dela
Uma pequena porção
Da goma bem espalhada,
Que em seguida será virada
E está pronta a produção.
*
Mas tem só uma coisinha:
Eu não cheguei a explicar.
É que a boa tapioqueira
Sempre vira a tapioca no ar.
Se você não tem boa mão,
Nem quer sujar seu chão,
Invente seu jeito de virar.
*
Com um café quentinho
Eu comia em meu sertão,
Tapioca com muita nata,
Como manda a tradição.
E para ser muito sincera,
Tendo manteiga da terra,
Eu até dispensava o pão.
*
A tapioca é uma iguaria
Da culinária Nordestina.
Mas hoje já se espalhou,
Pois também é peregrina.
E percorre nos alforjes
Do nordestino que foge,
Buscado uma melhor sina.

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará
Frase do dia
"Quem censurou, quem prendeu sem ordem judicial, quem cassou mandatos e quem apoiou a ditadura militar estão anistiados. Mas um torturador cometeu um crime de lesa-humanidade e deve ser punido pelo Estado como quer a nossa Constituição."

Cezar Britto, presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)

sábado, 9 de janeiro de 2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Taís Araújo brilha na capa da revista Nova - Por Karen / S. Paulo


Aos 17 anos, Taís Araújo ficou em dúvida entre estudar odontologia, ou seguir a carreira de atriz. Escolheu a segunda e hoje reluz feito ouro na pele da protagonista de Viver a Vida.

A atriz de 31 anos, e mais de dez de carreira, se lembra exatamente do caminho que percorreu para chegar até aqui. "Eu não tinha em quem me espelhar quando comecei", conta. "Todos os atores negros eram mais velhos. Hoje, sei que garotas da minha cor olham para mim e sabem que podem sonhar mais alto. Isso tem valor social!", diz, orgulhosa de suas vitórias.

Carioca do Méier, zona norte do Rio de Janeiro, Taís é filha de pai economista e de mãe pedagoga. Sagitariana irrequieta, começou no teatro amador aos 11 anos. Aos 16, soube que a extinta TV Manchete abrira testes para a novela Tocaia Grande. "Fiz e passei!", lembra. Quando gravava as últimas cenas, tomou coragem e bateu na porta do diretor Walter Avancini para garantir uma vaga na trama seguinte, Xica da Silva. "Ele disse que seria bem difícil. E eu, que não estava certa se devia seguir a carreira de atriz, fazer intercâmbio ou tentar a faculdade de odontologia [ela é aficionada por dentes], desanimei." Quando já pensava em um plano B, foi chamada para interpretar a personagem principal.

Engajada, Taís afirma à NOVA que nunca sentiu vergonha de relembrar sua origem: "Tenho certeza de que meu jogo de cintura e bom humor para contornar as dificuldades da vida vêm dessa escola. Meus pais sempre batalharam para oferecer a melhor educação a mim e a minha irmã (hoje, médica). Quando fiz 8 anos, nos mudamos para um condomínio na Barra da Tijuca. Mas minhas lembranças de infância mais gostosas são do tempo do Méier: brincar na rua, pedir doce em festa de Cosme e Damião... Na Barra, os costumes eram mais refinados, as relações, menos calorosas".

A atriz conta ainda um episódio na escola que a marcou muito: "Uma menina veio perguntar se era a patroa da minha mãe quem pagava as mensalidades. Só havia duas crianças negras no colégio: eu e minha irmã! Na adolescência, nunca fui uma opção de paquera para os garotos brancos do condomínio. Ainda hoje as pessoas têm dificuldade de aceitar com naturalidade o fato de um negro ocupar o mesmo espaço na sociedade que um branco".

Sobre seus cuidados com a beleza, Taís diz que é vaidosa, mas não gosta de escravidão: "Esse negócio de 'ter que' que passar creme todo dia, 'ter que' sair maquiada por aí. Sou pouco disciplinada. Então, o que eu faço é lavar o rosto com um bom sabonete, hidratar e passar filtro solar. Também passo hidratante no corpo. Adoro maquiagem, mas meu kit se restringe a corretivo, máscara para cílios, blush e batom".

A bela revela o que faz para manter as atuais curvas: "As mulheres da minha família têm tendência a engordar. Para driblar os genes traiçoeiros, sempre controlei o que entra no meu prato. Passo longe de frituras e comidas gordurosas. Também não sou fã de leite e derivados. No mais, como de tudo um pouco - e o ponteiro da balança não costuma ultrapassar os 52 quilos. Mas, para interpretar Helena, que é modelo, quis dar uma afinada. Cortei carboidratos após as 18 horas.Também intensifiquei a malhação. Eu, que não sou chegada em exercício, corri muito e tive de ir à academia todos os dias".

Sobre sua relação com o ator Lázaro Ramos, com quem retomou recentemente seu casamento, a atriz conta que a segunda chance só aconteceu porque há muito amor entre eles: "Em um casal, os dois precisam estar comprometidos com a missão de manter o clima de romance. Para quem viaja o tempo todo por conta do trabalho e de quebra tem a vida vigiada por paparazzi, é uma aventura e tanto. Eu e o Lázaro sabemos que precisamos fazer um esforço extra. E a gente se empenha. Nosso maior desafio é conseguir tempo para estar junto e a sós. Tanto para namorar, como para resolver as questões do dia-a-dia. Somos um casal como qualquer outro".

Karen é jornalista da CR Comunicação

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Frase do dia
"Nosso caráter é o resultado de nossa conduta"

Aristóteles
Participantes do BBB 10 ! ! ! - Por Carlos Moreira / Ipueiras
O site do BBB divulgou ontem, dia (05) os 15 participantes do Big Brother Brasil 10, que começa na próxima terça-feira (12). Um detalhe chama a atenção, dois participantes ainda não foram definidos e podem entrar depois. E o comentado “drag queen” Dicésar Ferreira está entre os escolhidos, ele nasceu em Londrina, trabalha como maquiador em São Paulo e numa boate onde usa o nome de Dimmy Kierr.

Confira os participantes:





Carlos Moreira

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Feliz Ano Novo - Por Marcondes Rosa de Sousa / Fortaleza


Adentramos, afinal, o ano de 2010. E a respirar a atmosfera pós Conferência do Clima, em Copenhague, considerada ambígua pelo Green Peace: de um lado, um fracasso, já que os líderes mundiais não conseguiram o esperado acordo sobre o aquecimento global do Planeta; de outro, felizmente, o sucesso, a revelar a força da sociedade civil a pressionar os governantes. Em outros termos: a crença de que, se não podemos mudar a ciência, adequando-a ao pouco avanço da Conferência, poderemos mudar os políticos.

Em nosso País, o presidente Lula já havia anunciado proposta de tornar a corrupção um crime hediondo, a indagar-se retórico: "O que é afinal um paraíso fiscal senão fruto da corrupção? "

Quem colaborou à distância e por meio de petições, enviando recados, descobriu quão frustrante é ver a política e a economia fazerem refém o futuro da humanidade. Daí, o apostar-se num contínuo processo de educação não formal:

"... nos momentos de desânimo, devemos lembrar que temos de seguir em frente (...) engajando o setor privado, os governos locais e as outras pessoas para transformar nossa comunidade e criar mais pressão!"

Missão, sem dúvida, que há de ser abraçada por nossa educação, no sentido lato e restrito de nossa Lei de Diretrizes e Bases (LDB): escola, família, igrejas, meios de comunicação, agremiações políticas. Haveremos de despertar, em nossas crianças, jovens e cidadãos enfim, uma consciência ecológica.

Sinais desse aquecimento aí estão evidentes. O planeta se aquece, os dilúvios se ensaiam, cada vez mais perto de nós, Noés sem arca a clamar por um planeta ecologicamente sustentável.Que 2010 nos traga o darem-se mãos, cabeças e corações de todos nós para salvar o planeta, ciência, tecnologia e serviços voltados para esse tal horizonte.

Aí, teremos um feliz Ano Novo!

Texto publicado originalmente no jornal O Povo, de Fortaleza.

Marcondes Rosa de Sousa é professor da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

Um ano mais feliz - Por Bérgson Frota / Fortaleza


Ano Novo, vida nova.

Que os sonhos possam ter vez na vida de cada ser e nelas se concretizem.

Que todas as coisas tristes que passaram sejam esquecidas e transformadas em experiências positivas, que o novo amanhã renove cada projeto e que cada oportunidade dada sempre pela vida seja alcançada e vivida.

Sim, neste período tão especial normalmente paramos para pensar em nossas vidas, os acertos e desacertos do ano anterior e as expectativas, esperanças e sonhos a concretizar neste novo tempo que iniciamos.

Somos levados a planejar mudanças, imaginamos viver situações diferentes das que já tivemos, mas, mais do que nunca, sonhamos, medimos e arquitetamos nossos projetos a serem concretizados.

No entanto a vida, o ano novo, nos pedem ousadia, determinação e atitude para que as mudanças ocorram, para concretizarmos o desejado.

Recomecemos então neste espírito de esperança.

Pensar positivo no que desejamos já é um bom começo, esqueçamos o que não foi possível e renovemos os nossos votos com perseverança, alegria e renovada esperança.

Dedico este pequeno mas rico texto, a todos sem exceção, com um intento mais global é “dedicado a um ano novo mais feliz” para toda a humanidade.

Feliz Ano Novo repleto de saúde, paz e realizações.

Bérgson Frota, escritor, contista e cronista, é formado em Direito (UNIFOR), Filosofia-Licenciatura (UECE) e Especialista em Metodologia do Ensino Médio e Fundamental (UVA), tem colaborado com os jornais O Povo e Diário do Nordeste, desenvolvendo um trabalho por ele descrito de resgate da memória cultural e produzindo artigos de relevância atual.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Frase do dia
"Uma mulher, quando tem autoridade, normalmente é vista como mandona. Ela (Dilma) tem autoridade e a exerce de maneira muito correta."

Tarso Genro, ministro da Justiça