quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Dona da Noite - Por Dalinha Catunda / Rio de Janeiro


Final de tarde,
Sol se sumindo...
Esmaeeeece, coclhiiiiiila...
É a noite! Vem vindo...

Um véu negro tinge o infinito,
Mas não tarda aparecer,
Estrelas piscando em bando
No céu a resplandecer.

O lume intermitente,
Lá no alto é louvação,
A rainha que desponta
Prateando a escuridão.

Cheia de encanto e magia,
Com seu manto prateado,
Surge trazendo São Jorge
Em seu cavalo alado.

A senhora dona da noite
Ocupa seu trono agora.
E reinará soberana
Até o raiar da aurora

Dalinha Catunda é escritora e natural de Ipueiras, Ceará
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