terça-feira, 24 de novembro de 2009

Guerrilha - Por Lúcio Cavalcante de Albuquerque - Rondônia

O governador Sérgio Cabral mandou um grupo de policiais do Rio de Janeiro aprender na Colômbia a combater a guerrilha urbana. Só quem é cego é incapaz de ver que acontece, na capital carioca, claros atos que caracterizam guerrilha urbana.

O que é facilitado pela fragilidade das nossas fronteiras. Daí eu ser favorável a que as Forças Armadas tenham maior presença nessas regiões. E não entendo por qual motivo isso não acontece.

DATAS DE RONDÔNIA

(De 22 a 28 de novembro)

Dia 22 – Em 1977 – Instalação do município de Ji-Paraná, pelo governador Humberto Guedes, assumindo como prefeito nomeado o funcionário público Walter Bártolo. Ji-Paraná originalmente teve o nome de Urupá, passando a ser Vila Rondônia até à criação do município.

Dia 23 – Em 1977 – Instalação do município de Vilhena, pelo governador Humberto Guedes. O primeiro prefeito, nomeado, foi Renato Coutinho

Dia 23 – Em 1977 – Em Vilhena é instalada a TV-Vilhena, afiliada à Rede Amazônica de Televisão, tendo como diretor João Castilho (Vilhena conta sua História, Pedro Brasil)

Dia 24 – Em 1977 – Instalação do município de Pimenta Bueno, pelo governador Humberto Guedes. O primeiro prefeito, nomeado, foi Vicente Homem Sobrinho.

Dia 26 – Em 1975 – Instalada a Polícia Militar do Território Federal de Rondônia e declarada extinta a Guarda Territorial (Ovídio Amélio, História e Colonização do Estado de Rondônia).

Dia 26 – Em 1977 – Instalação do município de Cacoal, cujo primeiro nome foi Nova Cassilândia, pelo governador Humberto Guedes. O primeiro prefeito, nomeado, foi Catarino Cardoso dos Santos.

Dia 28 – Em 1907 – Pelo decreto 6.752 a firma norte-americana The Madeira-Mamoré Railway Company é autorizada a operar no Brasil (Antonio Cantanhede, Achegas para a História de Porto Velho)

Inté outro dia, se Deus quiser!

José Lúcio Cavalcante de Albuquerque. Ex-editor dos jornais Tribuna, Alto Madeira, e com passagens em outras publicações como o Estadão do Norte, Lúcio Albuquerque, egresso da imprensa amazonense, tem projeção nacional, desde a década de 80, quando foi correspondente do Estadão de São Paulo.
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