segunda-feira, 22 de maio de 2017

Confira quem subiu no pódio do 1º Campeonato de Gente Feia, realizado em Sobral
Evilásio dos Santos, o ET - Foto: Jorge Alves
As ruas do Centro de Sobral, a 233 quilômetros da Capital, foram tomadas nesse sábado (20) por dezenas de pessoas ansiosas para saber quem seria o campeão do 1º Campeonato de Gente Feia.
Elas testemunharam a glória de Evilásio dos Santos, o grande vencedor do concurso. ET, como é conhecido, levou para Martinópole, sua terra natal, o grande prêmio de R$ 1.000
“Estou me sentindo mais feliz. E muito feio”, afirmou Evilásio à Rádio Tribuna Bandnews FM.
O concurso ainda elegia segundo e terceiro colocados, que levaram, respectivamente 500 e 300 reais. 
Confira os detalhes no vídeo do Gente na TV:

Fonte: Tribuna do Ceará
Prefeito Nenem do Cazuza visita obras em andamento na cidade

Na manhã de hoje (22), o prefeito Nenem do Cazuza juntamente com o chefe de gabinete, Lourival Bezerril e com os secretários João Paulo Pinho (Administração), José Melo Sampaio (Obras) visitaram a obra em andamento no Horto do Cristo Redentor, principal cartão postal de Ipueiras. Na oportunidade, Nenem ouviu os trabalhadores, falou da intervenção do local e das melhorias que serão implementadas promovendo mais acessibilidade para a população e os turistas em um ambiente agradável e seguro.

Na sequência, o prefeito averiguou a reforma e ampliação do Centro Comunitário que está avançando em ritmo acelerado. Tomou café com os funcionários e visitou as salas de aula da creche. Esta sendo feito no local: adequação da cozinha e despensa, pintura interna e externa, troca dos pisos, manutenção das telhas, mudanças na entrada do Centro e play ground para as crianças. O compromisso do executivo é promover as condições necessárias para que os profissionais possam atender bem a população ipueirense.

O prefeito ainda foi ao local das futuras instalações da fábrica de pré-moldados que será construída ao lado da Escola de Ensino Fundamental José Aloisio Aragão. O objetivo foi conhecer a estrutura necessária para a fabricação de pisos para praças e meios fios. A aquisição dos equipamentos já foram adquiridos pela prefeitura. Com brevidade teremos material produzido, diminuindo os gastos nas construções realizadas no município.

Ao finalizar as visitas, o prefeito Nenem do Cazuza, parabenizou os trabalhos e está feliz em ver a prefeitura atuando de forma responsável e objetiva trazendo mais qualidade de vida para os munícipes. 

Carlos Moreira é radialista
Manoel Dias, exemplo de homem público

No dia 22 de Maio de 1922 nascia um político a quem homenagearemos pelo transcorrer do seu natalício. O dentista prático Manoel Cavalcante Dias que soube legar às gerações vindouras  o exemplo de como tratar a coisa pública, a prática política voltada para o bem estar da população, sobretudo os mais carentes. O sonho de fazer Ipueiras encontrar de uma vez por todas uma identidade desenvolvimentista, pujante aconteceu em 1966 quando elegeu-se prefeito em 15 de novembro. A posse aconteceu em 15 de abril de 1967, substituindo Antônio Luciano Bonfim.

O crateuense radicado em Ipueiras, era filho de Joaquim Dias Martins e Francisca Cavalcante Martins. Manoel Dias exerceu sua profissão de dentista prático com muita dignidade e profissionalismo, atendendo, além de Ipueiras, os municípios de Poranga e Hidrolândia. Foram mais de 40 anos dedicados a profissão no qual ele abraçou com tanta presteza e competência.

Carteira de Identidade de Manoel Dias
Se apaixonou pela filha do professor e tabelião da cidade, Dario Catunda Fontenele. O enlace matrimonial com Maria Inocência Fontenele (Dona Lasinha) aconteceu no dia 1 de outubro de 1949. Construiu uma família unida, determinada e trabalhadora. Pai de Maria de Fátima, Eugênio Pachelli, Francisca Dias, Francisco Fontenele e Maria do Carmo, Manoel Dias criou seus 5 filhos com base nos ensinamentos da igreja católica, tornando-os homens e mulheres de bem.

Como Chefe do Executivo implantou a telefonia em Ipueiras, sendo o maior marco de sua gestão. O equipamento facilitou a comunicação entre os distritos a sede e o vizinho município de Ipu. Em 1968, o prefeito proporcionou as famílias ipueirenses um grande beneficio ao desenvolvimento da cidade. Construiu um obelisco ao lado da praça da Igreja Matriz e inaugurou a televisão pública que durante muitos anos contagiou à todos que iam ao local para ver a sua programação favorita. 

Em 1982 elegeu-se novamente prefeito, tomando posse em 15 de fevereiro de 1983. A sua segunda gestão ficou marcada pelas obras desenvolvimentistas  no município. Mercado público, Câmara dos Vereadores, Galpão da Farinha, Ginásio Arimatea Catunda, Sede da Teleceará, Açude Mourão no distrito de Gázea e a construção de mais de 130 escolas se destacaram em seu governo. 

Cartaz da campanha de 1982
O seu legado é resultado de ações que foram realizadas por uma melhor qualidade de vida em Ipueiras. Sua atitude afirmativa  e consciente sinalizou o posicionamento crítico e político no qual buscamos nos espelhar.

Manoel Cavalcanti Dias nos deixou em 22 agosto de 1994, aos 72 anos – legando-nos a base da força moral para o combate em pequenas e grandes causas. Por toda essa trajetória é que reconhecidamente o homenageamos. 

Ouça as propostas de Manoel Cavalcante Dias na propaganda eleitoral gratuita no rádio em 1992:


Carlos Moreira é radialista 
Pátria amarga, Brasil!

Raramente os séculos começam e acabam de fato na data marcada. O século XX começou com a guerra de 1914 e terminou com o fim da União Soviética em 1991. Dá-se o mesmo com os governos.
O primeiro de Lula foi a continuação do governo Fernando Henrique por mais de um ano. O segundo de Dilma terminou antes da abertura do processo de impeachment. Na última quarta-feira, o de Temer entrou em colapso.
Presidentes caem quando perdem a autoridade política de mandar e de ser obedecido. Temer começou a perder a dele depois da revelação do que disse e ouviu do empresário Joesley Batista, dono do Grupo JBS, durante encontro clandestino no porão do Palácio do Jaburu, em Brasília.
Os dois eram amigos de muito tempo e haviam se reunido mais de 20 vezes, segundo Joesley.
A JBS foi a maior doadora da campanha de Temer para vice-presidente em 2014. Parte da doação – R$ 1 milhão – acabou entregue nas mãos de um assessor do candidato.
Ao receber Joesley no Jaburu, a primeira preocupação de Temer foi indagar se ficara registro da entrada dele ali. Joesley respondeu que não. O gravador escondido no bolso do empresário eternizou o resto da conversa.
Se Temer tivesse se limitado a ouvir Joesley em silêncio estaria enrascado do mesmo jeito. O grupo JBS fora alvo de cinco operações da Polícia Federal. Joesley corria o risco de ser preso a qualquer momento.
Temer ouviu Joesley confessar vários crimes – entre eles, o de que “segurava” dois juízes e subornara um procurador da República. E o que fez? Deu-lhe ordem de prisão? Despediu-se dele amavelmente.
A sorte de Temer depende da decisão a ser tomada nesta quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento de recurso que pede a suspensão do inquérito aberto contra ele.
Temer é o único presidente da República investigado até agora pelo STF, suspeito de crimes de corrupção, obstrução de Justiça e organização criminosa. Se o inquérito for suspenso, ele ganhará uma sobrevida. Do contrário... Hasta la vista, baby!
A política é como uma nuvem, etc e tal... O formato da nuvem no final da tarde de ontem em Brasília indicava que os principais partidos da base aliada do governo estão prontos para abandoná-lo se Temer seguir sendo investigado.
Não haverá distribuição de cargos e de dinheiro que os segure. No impeachment de Collor, sobrou dinheiro e faltou voto para barrá-lo. No de Dilma, também.
A oposição quer a renúncia de Temer e diretas, já, para que Lula possa disputá-las. A nuvem indica que o sucessor de Temer será escolhido pelo Congresso como manda a Constituição.
E que o escolhido não será Cármen Lúcia, presidente do STF, inimiga declarada da corrupção. E nem Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, para evitar que ele sonhe em se reeleger. E nem o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) por problemas de saúde.
E Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados? A nuvem sugere que ele é o nome mais cotado para a vaga de Temer. Ocupará a vaga como presidente temporário. Depois poderá nela permanecer como presidente definitivo... Enquanto dure.
Até o PT e o PC do B votaram em Maia para presidente da Câmara. Ele foi citado na Lava Jato, é verdade. E esse é seu ponto fraco.
Está bem... Só falta combinar com Temer, que poderia preferir se arrastar como um morto-vivo no cargo pelos próximos meses. Mas como ele só quer o bem do país, não desejará ficar como o mal.
Fonte: Blog do Noblat
Apenas 53% do público-alvo foi vacinado contra gripe; campanha acaba na sexta

A campanha nacional de vacinação contra a gripe termina na próxima sexta-feira (26) e apenas metade do público-alvo foi imunizado. O último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde indica que a taxa de adesão está em 53%.
O Governo federal esperava vacinar 54 milhões de brasileiros, mas, até agora, apenas 28,7 milhões receberam a proteção.
Os Estados com a maior cobertura são Amapá, Paraná e Santa Catarina.
A imunização está disponível para crianças de 6 meses a 5 anos de idade, idosos, gestantes e mulheres que estão no período de até 45 dias após o parto.
O público-alvo inclui ainda profissionais da saúde, povos indígenas, detentos, funcionários do sistema prisional e portadores de doenças crônicas.
A novidade deste ano foi a entrada de professores de escolas públicas e privadas.
A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Balalet, atribuiu a baixa procura aos boatos que rondam a vacina contra a gripe: “a vacina é bastante segura, diferente do que muitas pessoas falam. A vacina não pode causar gripe, ela não tem vírus na sua composição”.
A presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Isabela Balalet, ressalta que a vacina oferece proteção contra os principais tipos de gripe.
Segundo o Ministério da Saúde, 60 milhões de doses foram adquiridas para a campanha, que começou no último 17 de abril.
Fonte: Jovem Pan
Quanto custou aos caciques não trocar Dilma por Aécio

Delator da JBS deu à Lava Jato detalhes e provas da divisão dos R$ 43 milhões pagos aos senadores Renan Calheiros, Jader Barbalho, Eunício Oliveira, Valdir Raupp, Eduardo Braga e Vital do Rego, a pedido de Mantega, da ‘conta-corrente’ do PT, para comprar apoio à reeleição

O executivo da JBS que era responsável pelos pagamentos para políticos, Ricardo Saud, entregou em sua delação premiada com a Operação Lava Jato um roteiro dos pagamentos do grupo ao PMDB, em 2014, para evitar a debandada da bancada de apoio ao governo Dilma Rousseff (PT), para o candidato da oposição Aécio Neves (PSDB).

Em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR), o delator relatou que a JBS teria acertado com o então ministro da Fazenda, Guido Mantega, os repasses de R$ 43 milhões de “‘propinas dissimuladas” aos “coringas” do PMDB no Senado.

O objetivo, segundo o delator, era abafar uma rebelião deles contra a candidatura à vice-presidência de Michel Temer na chapa de Dilma. Saud contou que Temer, ao saber do acordo feito sem sua autorização, teria ficado “indignado” e acabou recebendo outros.
Fonte: Sobral de Prima

domingo, 21 de maio de 2017

Um cadáver político

Dezenove dias após o segundo turno da eleição presidencial de 2014, o senador Aécio Neves, do PSDB de Minas Gerais, foi aclamado vencedor por políticos de diferentes partidos e centenas de pessoas que se espremeram numa sala de cinema no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em novembro daquele ano, para ouvir o tucano falar pela primeira vez, desde a derrota para a petista Dilma Rousseff.

Aécio dizia sentir-se vitorioso. Tinha o rosto descansado e mostrava-se animado quando começou a discursar para a plateia, na frente de uma imagem gigante dele mesmo, que ocupava toda a tela do cinema. A foto trazia em segundo plano um símbolo turístico de São Paulo, o estado que se consolidava como o bastião do antipetismo e onde ele ganhara a eleição. Apesar da vitória dada pelos paulistas, Aécio perdeu a cadeira do Palácio do Planalto por pouco mais de 3 milhões de votos, na disputa mais acirrada desde a redemocratização do país.

“Na vida, o mais importante não é a largada. Tampouco a chegada. É a caminhada. A luta continua”, gritou, sob aplausos, ao citar o conterrâneo Guimarães Rosa. O recém-reeleito governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que, à época, perdera espaço no partido para o mineiro, ficou como papagaio de pirata do senador, assim como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Aécio foi ovacionado e teve dificuldade de deixar o local. Na saída, precisou de seguranças para avançar alguns metros até o carro, cercado por pessoas que gritavam  seu nome e tentavam se aproximar. Apesar da derrota, ele emanava poder.

Dois anos e meio depois, Aécio tornou-se um cadáver político. A aura daquele encontro na Paulista foi-se esvaindo, e ele não conseguiu deixar a “chama acesa”, mencionada durante aquele discurso. Nos meses seguintes, Aécio, presidente do PSDB, lideraria uma oposição titubeante, que inicialmente teve receio de apostar no impeachment de Dilma Rousseff, preferindo a cassação da chapa presidencial no Tribunal Superior Eleitoral. Seu partido impetrou os processos de cassação Dilma Temer dias depois da derrota e eles tramitam até hoje – ironicamente, as ações estão agora prestes a ser julgadas e, em tese, podem cassar também o presidente Michel Temer, apoiado, agora, pelo próprio Aécio. A avenida Paulista, que o recebeu tão bem em 2014, vaiou o tucano em 2016. Aécio foi chamado de “bundão” durante as manifestações pela deposição de Dilma.

Mas foram as delações da Odebrecht, que citavam caixa dois e propina para Aécio e levaram à abertura de inquéritos pelo Supremo Tribunal Federal, que complicaram os planos do tucano. Aécio abateu-se e viu sua intenção de voto nas pesquisas eleitorais derreter. O tiro de misericórdia, no entanto, veio nesta quarta com a divulgação, pelo jornal O Globo, da delação do empresário Joesley Batista da JBS, segundo a qual Aécio teria pedido 2 milhões de reais para, supostamente, pagar um advogado. Nesta quinta, pela manhã, ele foi afastado do cargo de senador pelo ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal; sua irmã, Andrea Neves, que sempre cuidou dos negócios da família, foi presa em casa, em Belo Horizonte; e a prisão de Aécio será definida pelos demais ministros da Corte.

Aécio Neves foi para a lona, e agora os próprios tucanos, focados na sobrevivência do partido, falam na sua saída da presidência do PSDB, que oficialmente iria até 2018. Os disparos vêm de São Paulo, justamente o estado que o acolheu tão bem em 2014. “Chegou a hora de você sair da presidência nacional do PSDB”, disse nessa quarta o vereador paulistano Mario Covas Neto. “Precisamos de uma liderança. Estamos como um barco à deriva”, comentou um líder do partido no Congresso.

Com a derrocada de Aécio, Geraldo Alckmin e o prefeito paulistano João Doria Jr passam a representar o novo o eixo da disputa pelo Palácio do Planalto no PSDB. O mineiro ainda tem o controle da cúpula partidária, mas isso é uma questão de tempo. Nos próximos meses, Aécio estará às voltas com sua defesa, e o partido começará a se aglutinar em torno de quem representa perspectiva de poder. Diferentemente de 2014, essa perspectiva não é mais representada por ele.

Aécio costumava dizer que “a Presidência da República não é desejo, mas destino”. Aos interlocutores dava a entender que era ele o predestinado. Não contava com a Lava Jato no meio do seu caminho. Aécio perdeu a sua vez.
Fonte: Revista Piauí 


Aviões do Forró muda de nome e grava ritmo pop para atrair fãs mais jovens

Com a missão de renovar a banda após a saída da parceira Solange Almeida, com quem cantou junto por 15 anos, Xand Avião mostra que não está pra brincadeira. Ele soltou a voz no primeiro álbum solo, “Voando Alto”, e simplificou o nome da banda, que a partir de agora será só Aviões.
“Sou forrozeiro nato e nordestino de coração. Sempre seremos uma banda de forró, mas é pela estética. O nome fica mais forte de falar, todo mundo fala que vai para o show do ‘Aviões’ e não fala ‘Aviões do forró’. Então demos uma enxugada, mas essa transição será automática”, explica.
Dentro da estratégia de alcançar público mais jovem, na faixa dos 15 aos 20 anos, o álbum traz faixas mais pops e a primeira música que ganhou videoclipe foi “De Mãos Atadas”. Com referências do filme “Bonnie & Clyde”, Xand atua ao lado da estrela do snapchat Thaynara OG.
A música “Loucaça” foi outra faixa pensada nesse filão. Xand apostou no reggaeton e eletrônico, apenas com samples e sem a participação da banda. “Queremos o público pop. O pessoal que acompanha o Aviões já está na faixa dos 35 e 40 anos. Queremos renovar para conquistar os mais jovens também.”, explica o cantor que também mostra um visual mais jovial depois de perder 21 quilos.
“Minha Monalisa”
Xand comemora o resultado de “Voando Alto” e a agenda que ostenta 38 shows marcados para o mês de junho. “Apostei todas as minhas fichas neste trabalho, até as que eu não tinha. Este álbum é a minha Monalisa de Leonardo Da Vinci. Tem praticamente minha vida dentro dele. Foi o maior tempo que fiquei no estúdio.”
Fonte: Uol
PDT marca para Itarema seu quarto encontro regional

O PDT acertou seu quarto encontro regional, que tem por objetivo mobilizar suas bases de olho nas próximas eleições. Segundo o presidente regional do partido, o deputado federal André Figueiredo, ocorrerá no próximo dia 27, no auditório do Núcleo de Informações Tecnológicas (NIT), em Itarema (Vale do Curu).

O encontro contará com a presença do ex-governador Cid Gomes, do presidente da Assembléia Legislativa, Zezinho Albuquerque, do secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, Josbertini Clementino, e do prefeito anfitrião de Itarema, Elizeu Monteiro.

Os deputados federais e estaduais, prefeitos e vice-prefeitos, vereadores e outras lideranças da região também participarão do evento.
Fonte: Blog do Eliomar de Lima
Governo reduz equipe da Lava Jato e corta verba da PF
Foto: Gisele Pimenta/FramePhoto
Sob o governo do presidente Michel Temer (PMDB) e suspeitas de interferência política, a Polícia Federal reduziu a equipe destacada para a força-tarefa da Operação Lava, em Curitiba, e contingenciou 44% do orçamento de custeio previsto 2017.
É o primeiro corte expressivo no efetivo de investigadores, nos três anos do escândalo Petrobrás, que revelou um mega esquema de cartel e corrupção, que abasteceu nos últimos 13 anos os cofres dos partidos da base e da oposição dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
Deflagrada em março de 2014, a Lava Jato é a maior e mais longeva operação de combate à corrupção da PF, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e Receita Federal.
Fonte: Blog do Noblat

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Delação JBS: Delator diz que Aécio recebeu R$ 80 mi e Dilma e Lula , US$ 150 mi em propina

Em delação ao Ministério Público, o diretor de Relações Institucionais e de Governo da JBS, Ricardo Saud, disse, no último dia 7, que o grupo pagou R$ 80 milhões para a campanha do então candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves. Principal braço direito de Joesley Batista, dono da JBS, nas negociações com políticos do governo ou da oposição, Saud não deu detalhes sobre a forma do repasse ao tucano, mas disse que as “questões” eram na maioria das vezes “ilícitas”.
O delator afirmou que Joesley sempre “correu” do candidato. “Ele (Aécio) continuou pedindo mais dinheiro após a campanha”, relatou. Saud ainda contou que um homem de prenome Fred era o interlocutor de Aécio para receber o dinheiro, sempre em shopping center movimentado.
O dinheiro era guardado por Fred numa mochila de cor preta. Uma pessoa próxima de Aécio conhecida por Fred é o primo dele Frederico Pacheco de Medeiros, preso no âmbito das investigações. O delator ainda contou que pagava “propina” a dois intermediários de Eduardo Cunha, Altair e Lúcio Funaro. (Leonencio Nossa)
Delatores do grupo JBS, o empresário Joesley Mendonça Batista e o diretor de Relações Institucionais, Ricardo Saud, afirmaram pagamentos de US$ 80 milhões em propina “em favor” dos ex-presidentes petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, “mediante depósitos em contas distintas no exterior”.
As informações mostram um despacho do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte. De acordo o relato, Lula teria recebido “vantagens indevidas” na ordem de US$ 50 milhões. Já Dilma,seria a destinatária de US$ 30 milhões.
O ex-ministro Guido Mantega, que atuou nos governos Lula e Dilma, atuaria como intermediário dos pagamentos. Os negócios seriam realizados no âmbito do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), da Petros (Fundação Petrobras de Seguridade Social) e da Funcef (Fundação dos Economiários Federais), “com objetivo de beneficiar o grupo empresarial JBS”.
Com informações O Estado de São Paulo e UOL Noticias
Fachin manda abrir novo inquérito contra Eunício

O processo deu entrada na Corte em outubro de 2016 como uma petição e estava tramitando de forma sigilosa.

Além do presidente Michel Temer (PMDB), o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou a abertura de um novo inquérito contra o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), no âmbito da Operação Lava-Jato.
Fachin também autorizou o fim do sigilo deste que é o segundo procedimento investigatório aberto contra o chefe do Congresso, mas os detalhes ainda não estão disponíveis no sistema do STF. Ainda não se sabe se há alguma relação com as informações trazidas pela JBS, que foram homologadas pelo ministro Fachin. O processo deu entrada no STF em outubro de 2016 como uma petição e estava, ontem, tramitando de forma sigilosa.
"A manifestação do órgão acusador revela que não mais subsistem, sob a ótica do sucesso da investigação, razões que determinem a manutenção do regime restritivo da publicidade, também não se constatando qualquer razão que assim determine em favor do requerido", disse Fachin, na decisão.
Fonte: Diário do Nordeste

quinta-feira, 18 de maio de 2017

“Não renunciarei”, afirma Temer em pronunciamento nesta quinta-feira

O presidente Michel Temer (PMDB) acaba de anunciar, em pronunciamento nesta quinta-feira (18), em rede nacional, que não renunciará à Presidência. “Não renunciarei”, repetiu o peemedebista por duas vezes.

Ele exigiu investigação plena e muito rápida. Disse ainda que as supostas gravações que comprovam a conversa o Joesley Batista, em que incentiva o pagamento pelo silêncio de Eduardo Cunha, para que não faça delação na Lava Jato, é clandestina e “trouxe de volta o fantasma da crise política”. “Se foram rápidos nas gravações clandestinas, devem ser rápidos na investigação”, disse o presidente.

Miche Temer garantiu que seu único compromisso é com o Brasil, e é isso que o guiará. Além de, é claro, aproveitar a oportunidade para elencar as conquistas de seu Governo, que nesta semana comemora aniversário de um ano.

Entenda

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou abertura de inquérito para investigar o Temer. O pedido de investigação foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A decisão foi tomada após um dos donos do grupo JBS, Joesley Batista, dizer em delação à PGR que, em março deste ano, gravou o presidente dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A informação foi divulgada pelo jornal “O Globo”.
Tasso Jereissati deve ser eleito presidente do PSDB após queda de Aécio Neves

O senador Tasso Jereissati (PSDB) deve ser eleito o próximo presidente nacional do PSDB no lugar de senador afastado Aécio Neves (PSDB), destituído do comando da legenda nesta quinta-feira (18), após ser delatado por Joesley Batista, da JBS, pelo recebimento de R$ 2 milhões em propina. Atualmente, o deputado Carlos Sampaio está no comando interinamente.

A decisão foi tomada em reunião da bancada do PSDB o Senado na manhã de hoje, com presença de quatro governadores tucanos. Tasso foi considerado pelos presentes como o melhor nome para liderar a sigla neste momento.
Fonte: cearanews7