segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Esquerda já traça cenário sem Lula na disputa presidencial

A incerteza em relação ao futuro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz com que os partidos de centro-esquerda, inclusive tradicionais aliados do PT como PC do B e PDT, já adotem estratégias para a eleição de 2018 com cenários sem a participação do petista. Se Lula for condenado em segunda instância e não puder concorrer, os antigos aliados do PT não parecem dispostos a se unir. A ideia, nesse caso, será investir na disputa "pulverizada", com muitos candidatos do mesmo espectro político.
Parceiro histórico do PT, o PC do B, por exemplo, já se prepara para fechar outras composições eleitorais. O receio do partido é esperar Lula indefinidamente - já que a estratégia do PT consiste em levar a candidatura do ex-presidente até o último recurso jurídico - e depois ficar "a ver navios".
"Nós já começamos a fazer consultas sobre nomes", afirmou o deputado Orlando Silva (PC do B-SP), que foi ministro nos governos comandados por Lula e Dilma Rousseff. "Sem Lula na cédula não tem por que o PC do B apoiar o PT. Na esquerda, vai ser todo mundo igual", disse o deputado.
O PC do B abriu negociações com o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, que nesta semana também conversará com a direção do PSB. Nada, porém, está fechado. Nos bastidores, tanto integrantes da oposição como aliados do presidente Michel Temerdizem que muitos lances para 2018 estão congelados, à espera da definição sobre Lula, que lidera as pesquisas de intenção de voto.
"Mas nós começamos o degelo", disse Silva, que não exclui a possibilidade de o PC do B lançar candidato próprio à sucessão de Temer. "O desgaste com a política é tão grande que os partidos serão chamados a se posicionar. A tendência é de que a eleição de 2018 seja pulverizada, como a de 1989." Naquele ano, 22 candidatos disputaram o Planalto.
O PDT, outro aliado histórico do PT, faz os cálculos para 2018 contando que Lula será barrado pela Justiça. "É mais do que legítimo o PT manter a candidatura de Lula, mas penso que ele não será candidato", disse o presidente da sigla, Carlos Lupi. O partido aposta na candidatura de Ciro independentemente de Lula ser candidato.
No entanto, segundo Lupi, caso o petista fique fora da disputa, Ciro pode crescer nos redutos petistas. "É pouco provável que o PT venha a nos apoiar, por isso não muda muito para o PDT, mas, sem Lula, Ciro passa a ter um potencial de crescimento grande no Nordeste", disse. Com base na avaliação de que o petista será impedido, o PDT tenta entabular conversas com PC do B, PSB e com o próprio PT a fim de ampliar o leque de alianças em torno de Ciro.
Aliado do PT no passado, o PSB se prepara para outros voos. "Precisamos pesar, porém, se a candidatura própria vai nos ajudar em relação aos palanques estaduais. A hora é de aguardar um cenário de menos incertezas. Não podemos excluir ninguém antes de falar com as forças políticas", disse Carlos Siqueira, presidente do PSB.
O socialista disse já ter conversado com o governador Geraldo Alckmin, que deseja concorrer ao Planalto pelo PSDB. O vice, Márcio França, é da legenda e, segundo Siqueira, será candidato ao Bandeirantes em 2018.
Ciro também está na mira do PSB, tanto que um encontro com ele foi marcado para esta semana. "Além disso, a direção do PT pediu reunião conosco e ainda vamos falar com a Marina Silva (Rede)", afirmou Siqueira, para quem o quadro de 2018 se aproxima ao de 1989.
Principal adversário do PT no campo mais à esquerda, o PSOL desde o primeiro momento trabalha para ter candidatura própria, sem perspectivas de alianças, mas avalia que, caso Lula não seja candidato, tem chances de ampliar as alianças atraindo partidos e grupos que hoje circulam na órbita petista. O nome do PSOL hoje para 2018 é o do deputado Chico Alencar (RJ), que ainda não definiu se aceita a empreitada.
Sem o petista na disputa, o partido espera filiar o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, e lançá-lo candidato ao Planalto. Boulos, que já admitiu em entrevistas a possibilidade de disputar eleições, faz mistério sobre o futuro. Aliados especulam que, com Lula, Boulos se candidataria a deputado federal.
Para a direção da legenda, a eventual ausência do petista pode acelerar uma reorganização da esquerda, com a deserção de setores do PT, ainda para 2018. "Mas é claro que quanto mais tarde acontecer esta definição mais difícil fica", disse o presidente da Fundação Lauro Campos, Juliano Medeiros.
Marina
A Rede da ex-ministra Marina Silva, que em 2014 ameaçou a reeleição de Dilma, diz que a possível ausência de Lula em 2018 não interfere nos planos do partido. No entanto, aliados de Marina admitem que ela pode herdar votos do petista. "Não estamos traçando duas estratégias", disse o coordenador nacional Bazileu Margarido. Para ele, porém, caso Lula seja barrado, o cenário muda. "Se Lula não for candidato, todo mundo vai se mexer", avaliou Bazileu. 
No PT
Oficialmente o PT diz que a candidatura do ex-presidente é "irreversível" e "irrevogável". A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, afirmou que, mesmo que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) ratifique a condenação, Lula pode recorrer às instâncias superiores. Na realidade, no entanto, a percepção de que a Justiça dificilmente permitirá que Lula concorra pela sexta vez à Presidência é cada vez maior.
Algumas semanas atrás, um colaborador próximo do ex-presidente chegou a sugerir que, diante da indefinição do cenário, Lula dedique o restante de 2017 para elaborar um bom programa de governo e deixe para o ano que vem a definição sobre o candidato.
O "conselheiro" ponderou outros fatores além do cerco fechado pela Lava Jato, como as incertezas sobre a reforma política e a judicialização da campanha. Mas, segundo pessoas próximas, a reação de Lula foi "extremamente negativa".
Na semana passada, em conversa com deputados estaduais do PT, o advogado Pedro Serrano, referência jurídica da esquerda, disse que, embora considere Lula inocente, acredita que o Judiciário sofre forte influência política e, portanto, a probabilidade maior é de que a condenação seja mantida. Mas também lembrou a possibilidade de recursos.
Fonte: Revista Época 
Plenário deve votar reforma política e regulamentação de aplicativos de transporte

A Reforma Política é o tema de vários projetos que podem ser votados nesta próxima semana pelo Senado. A pauta inclui o projeto que cria novas regras para o financiamento de campanhas eleitorais. O texto original acaba com a propaganda partidária e com o horário eleitoral gratuito. Pela proposta, o dinheiro da compensação fiscal que a União paga às emissoras pela veiculação desses programas seria repassado ao fundo.
O projeto (PLS 206/2017), do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha. Na última quarta-feira o senador Armando Monteiro (PTB-PE), relator do texto, apresentou um substitutivo. Ele extingue a propaganda partidária no rádio e na televisão veiculada nos anos sem eleições, mas mantém o horário eleitoral dos candidatos durante as campanhas.
O substitutivo prevê outras fontes de recursos para o fundo, que receberia metade do valor das emendas impositivas apresentadas pelas bancadas de deputados e senadores ao Orçamento Geral da União em anos eleitorais. A previsão é de que o fundo conte com R$ 3 bilhões em 2018. O texto ainda prevê critérios para a distribuição dos recursos entre os partidos e para a divisão do dinheiro dentro de um mesmo partido e estabelece um limite de gastos para a campanha de 2018.
O PLS 206/2017 precisa ser aprovado no Senado e na Câmara até o dia 7 de outubro para valer nas eleições de 2018.

Urgência

O Plenário também deve analisar requerimentos de urgência para dois projetos ligados à reforma política. Um deles é o PLS 86/2017, do senador José Serra (PSDB-SP), que institui o voto distrital misto nas eleições proporcionais (vereador e deputados estadual, distrital e federal). O sistema distrital misto combina o voto proporcional com o voto distrital. A proposta determina que cada partido passe a registrar um candidato e seu suplente por distrito eleitoral nos pleitos para as Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas, Câmara Legislativa (DF) e Câmara dos Deputados.
Outro texto que pode ganhar urgência é o PLS 315/2016-Complementar, que altera a representação por estado na Câmara dos Deputados a partir da próxima legislatura (2019-2023). O texto, de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), leva em consideração a atualização da população brasileira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), feita em 2015.
Redação Primeira Coluna

sábado, 23 de setembro de 2017

Doria “300%” candidato

João Doria é candidato a presidente, sem chance de recuar.
Foi do que ficaram convencidos dirigentes do DEM que participaram do jantar oferecido a eles pelo prefeito de São Paulo, segundo a Folha.
“A fala de integrantes da equipe do prefeito paulistano nas rodas do encontro contribuíram para a certeza. Na avaliação de um dos convidados, a chance de
Doria ser candidato é de “300%”. Dentro ou fora da legenda tucana.”
Fonte: O Antagonista
Ministério Público pede bloqueio de bens de ex-prefeito de Crateús

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), através do promotor de Justiça da comarca de Crateús Lázaro Trindade de Santana, ajuizou, no dia 20, uma ação civil pública para responsabilização pela prática de ato de improbidade administrativa contra o ex-prefeito daquela cidade, Antônio Mauro Rodrigues Soares. Na peça inicial, o representante do MPCE pede a concessão de liminar visando o bloqueio de bens do demandado no limite do valor da causa, R$ 14.820,00.
O promotor de Justiça também requer a condenação do requerido à suspensão de seus direitos políticos, por período de três a cinco anos, pela prática dos atos de improbidade administrativa conformados na hipótese do artigo 11, da Lei nº 8.429/92. A ação pretende que o ex-prefeito seja condenado ao ressarcimento do dano causado ao erário municipal no valor de R$ 14.820,00, bem como ao pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração mensal que percebia o demandado pelo desempenho do cargo de prefeito do município de Crateús.
O representante do MPCE havia baixado a Portaria de nº 001/20016, em 13 de julho de 2016, para autuação do Procedimento Preparatório 2016/356314, com o intuito de apurar irregularidades quanto à suposta prática de abuso do poder político combinado com a falta do dever da impessoalidade do ex-prefeito do Município de Crateús, Antônio Mauro Rodrigues Soares, dentre outras condutas. Após análise dos autos o promotor de Justiça verificou o uso indevido da exaltação das realizações pessoais do ex-prefeito, confundindo-se com as ações políticas que seriam desenvolvidas no decorrer do mandato, o uso da sua imagem para fomentar o marketing político, nas matérias veiculadas pela Prefeitura Municipal de Crateús.
Em 26 de julho de 2017, atendendo à requisição do promotor de Justiça, a Prefeitura de Crateús encaminhou diversas publicações institucionais, que caracterizavam o total desvirtuamento e a desobediência ao Princípio da Impessoalidade. Para Lázaro Trindade, a proibição à personalização contida na Constituição Federal é evidente. O requerido imprimiu sua marca e imagem pessoal à publicidade oficial, fazendo da propaganda institucional uma promoção pessoal. A participação do demandado nas publicidades não têm função útil sob o prisma do interesse público delimitado pelo parágrafo 1º do artigo 37 da Constituição Federal. “As matérias jornalísticas editadas nada explicam, nada orientam, nada informam, nada educam. As suas aparições somente têm o propósito de fixar, perante a população, a imagem dele para o engrandecimento político”, afirmou.
Fonte: MPCE

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Vereadores oposicionistas se rebelam, e deixam sessão ordinária em Ipueiras

Como integrante do Poder Legislativo municipal, o vereador tem como função primordial representar os interesses da população perante o poder público. Sobre isto, nós estamos “carecas” de saber, agora, será que realmente alguns vereadores da câmara municipal de Ipueiras representam o povo ou simplesmente encenam?

Na sessão dessa quinta-feira (21) foi apresentado pelo vereador Marcelo Mourão (PSB) requerimento sobre a reestruturação do plano de carreira e remuneração dos profissionais do magistério da educação básica do município de Ipueiras, até ai tudo bem. O requerimento foi aprovado por unanimidade pela casa, que por sinal estava com o plenário lotado, na sua maioria, professores. O que chamou a atenção dos expectadores, foi a negativa do autor do requerimento em relação ao pedido verbal de requerimento do vereador Antônio Carlos de Carvalho (Antônio Dandão) do PDT, para criação de uma Comissão para investigar desvios do Fundo Municipal de Seguridade Social, já que está tramitando na comarca de Ipueiras uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa, envolvendo o vereador Marcelo Mourão e a sua esposa, Michelle Camelo do Nascimento em supostos desvios do Fundo Municipal.

Defensor intransigente do Regime Interno da Casa, Marcelo Mourão não vem colocando em prática o que prega na tribuna. O presidente da câmara, Dênis Mourão (PDT), chegou a suspender a sessão por cinco minutos devido a incursão do vereador contra os demais parlamentares na tentativa de anular o requerimento verbal do vereador Antônio Dandão (PDT). Com os ânimos acirrados alguns professores proferiram palavras de baixo calão, neste momento, aproveitando o ensejo, os vereadores Indira Ponte (PROS) e Marcelo Mourão (PSB) abandonaram o plenário da câmara no meio da sessão, deixando de participar das matérias em pauta. Afinal, “quem não deve, não teme”.

Mesmo com a ausência dos vereadores Marcelo Mourão, Indira Ponte e José Rodrigues Lima (Zezão do Banco) do PMDB, que faltou a sessão, o requerimento verbal do vereador Antonio Dandão para criar uma Comissão para investigar desvios do Fundo Municipal de Seguridade Social, foi aprovado pelos demais vereadores.

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Por que os nobres edis bateram em revoada? O comportamento dos parlamentares demonstram o quanto são éticos ou céticos? 

Carlos Moreira é radialista  
IFCE celebra 7 anos em Crateús e anuncia novos cursos

Uma programação festiva e didática celebra o aniversário de sete anos do Instituto Federal de Educação do Ceará (IFCE) campus de Crateús, nos dias 22 e 23 de setembro. Nesta sexta-feira, o ápice das comemorações acontece na Praça da Igreja Matriz da cidade, a partir das 20 horas. 

Na ocasião, será apresentado um concerto com a Banda Sinfônica da Universidade Federal do Ceará (UFC), bem como a exibição de um vídeo comemorativo sobre o instituto em Crateús. Já no sábado (23), a programação comemorativa se encerra com o concerto didático, também com a Banda Sinfônica da UFC, às 10h, no auditório do campus. O evento é gratuito e aberto ao público. Mais em https://goo.gl/R69ESb

Coordenadoria de Comunicação Social e Eventos
IFCE campus de Crateús 

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Volta do TCM: Ação é negada e STF impõe derrota a Domingos Filho

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio, impôs a mais dura derrota ao conselheiro Domingos Filho após a decisão da Assembleia Legislativa extinguir o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Domingos articulou e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) para o STF derrubar a PEC que acabou com o TCM. O parecer do ministro Marco Aurélio, que se opõe ao pleito da Atricon, será submetida ao Pleno do STF.
A Atricon argumentou que a aprovação da Proposta de Emenda á Constituição do Estado tinha irregularidades no processo legislativo. Outro argumentou era sobre prejuízos à fiscalização dos recursos administradores pelas Prefeituras e Mesas Diretoras das Câmaras de Vereadores com o fim do TCM. O movimento do conselheiro Domingos Filho era uma tentativa para evitar a desmobilização física do Tribunal de Contas dos Municípios.
Logo após publicada a decisão da Assembleia Legislativa no Diário Oficial do Estado do Ceará, a PEC do fim do TCM entrou em vigência e os conselheiros do TCE ganharam nova missão: as atribuições do extinto Tribunal de Contas dos Municípios foram assumidas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Os conselheiros e servidores do TCE já começaram a acompanhar e fiscalizar os atos e ações no âmbito das prefeituras e Câmaras de Vereadores.
Abaixo, íntegra do despacho do Ministro Marco Aurélio, como relator da ação movida pela Atricon.
Banda de Música Joaquim Catunda Sobrinho retoma suas atividades de ensaios em Ipueiras

Fundada no ano de 2002 e regulamentada pelas Leis Municipais nº 541/2002 e nº 915/2017, a Banda Municipal Joaquim Catunda Sobrinho hoje mantém 36 jovens bolsistas integrados no projeto cultural musical do município de Ipueiras.

Hoje aos seus 15 anos, retoma suas atividades de ensaios após alguns meses parada para reestruturação interna e realização de novo processo seletivo de admissão para bolsistas.

Este patrimônio cultural do município de Ipueiras carrega em seu tempo de existência anos gloriosos e projetos que marcaram o coração dos munícipes, a exemplo da Retreta do Fim de Tarde, onde ensaios abertos em locais públicos ao entardecer embalavam multidões.

Regida pelo Maestro Rafael Alves, a BMJCS encontra a seu favor novamente uma gestão municipal comprometida com a cultura e que busca apoiar e perpetuar as práticas artísticas de Ipueiras. Sob seu comando jovens buscam contribuir para a música dos Sertões de Crateús como também absorver conhecimentos. Para o Maestro “A banda representa a cultura musical de nossa terra. É educação e cultura. A música é a manifestação dos diversos afetos da nossa alma mediante o som”.

O Projeto da Banda de Música tem como finalidade cooperar com a divulgação e democratização da cultura musical do município de Ipueiras, oferecer formação musical, promover entretenimento para a comunidade e despertar nos jovens a sua importância social, aprendendo também ensinamentos éticos e noções de direitos e deveres.

Confira o vídeo do ensaio da Banda de Música Joaquim Catunda Sobrinho:


Pedro Emmy é jornalista
A espúria de uma oposição enganadora

A tentativa de um certo usurpador nos faz refletir como é provinciana e oportunista a política adotada pela oposição em Ipueiras. Tem sido objeto de discussão pelos ipueirenses a reabertura da agência do Banco do Brasil. O discurso usado por aqueles que querem se apropriar de algo indébito, repercutiu como “chacota” nas redes sociais nas últimas horas.

Tudo isso porque o senador Eunício Oliveira, propagou a reabertura do BB em Ipueiras. Eunício querendo colher os lírios e de carona, “os caras de pau” da oposição de Ipueiras, seguem divulgando o fato nas mídias. Ora! “Quem tem boca, fala o que quer. Quem tem ouvido, ouve o que não quer”. É muito mimimi . . .

Da localidade do Mel ao distrito de Engenheiro João Tomé (Charito), todos sabem que o prefeito Nenem do Cazuza não mediu esforços para a volta do funcionamento da agência em Ipueiras. Nenem realizou reuniões com a superintendência do banco, disponibilizou sala no Centro Administrativo da prefeitura para atender os correntistas e deu total apoio na reconstrução do prédio, destruído parcialmente pelos criminosos que sitiaram a cidade dia 09 de julho deste ano.    

Por tanto meus amigos, vamos apreciar as qualidades do nosso gestor. Bem articulado, parceiro das instituições e merecedor de todos os méritos pela reabertura da agência do Banco do Brasil em Ipueiras.

Os serviços bancários do BB serão restabelecidos até o dia 10 de outubro.

Carlos Moreira é radialista 
Campeonato Brasileiro não terá Árbitro de Vídeo na rodada deste final de semana

Mesmo após pedido direto do presidente da entidade que organiza o Campeonato Brasileiro, o Árbitro de Vídeo não terá a sua estreia na rodada deste final de semana. Apesar de ainda não confirmar oficialmente, na CBF já se admite que o recurso não poderá ser utilizado por falta de condições técnicas e de profissionais para operá-lo. Assim, o uso das imagens de TV para corrigir erros de arbitragem terá de ser adiado.
Na última segunda-feira (18), menos de 24 horas após o atacante Jô marcar um gol de mão e dar a vitória ao Corinthians sobre o Vasco, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, pediu à Comissão Nacional de Arbitragem que o Árbitro de Vídeo passasse a ser utilizado “o quanto antes”. A intenção era de que o sistema fosse utilizado já a partir deste sábado.
Desde então, o departamento de arbitragem da entidade tratou de acelerar os trâmites – havia a intenção de testar o sistema apenas nas últimas rodadas do Brasileirão. Havia, porém, uma série de problemas a se resolver: conseguir profissionais habilitados a operar o sistema, combinar com a Globo – detentora dos direitos de transmissão – a recepção das imagens e garantir a implantação em todos os estádios que receberão partidas na próxima rodada. E, em dois dias de reuniões, não se conseguiu resolver nenhum deles.
Além da falta de estrutura na maioria dos estádios e da falta de profissionais, as próprias imagens de vídeo não puderam ser garantidas. Em comunicado, a Globo e a Globosat informaram que “colaboram com o projeto de vídeo arbitragem pois entendemos ser uma evolução natural do esporte”, mas considerou que não há tempo hábil para ajudar na implantação do sistema. “Devido à complexidade da operação, esse é um projeto que demanda tempo para selecionar, treinar operadores, padronizar estádios com equipamentos necessários, simular testes com os times de operador de replay, técnico e árbitro de vídeo CBF”, disse o texto.
A Globo e a Globosat informaram ainda que estão em conversas com a CBF “desde o início de 2016” e que já usaram o sistema em modo off-line (apenas para testes internos) e na final do Campeonato Pernambucano. Mesmo assim, não é possível fazer o mesmo já para a rodada deste final de semana.
“Vale lembrar que o sinal dos jogos produzidos tanto pela Globo como pela Globosat tem o objetivo único de gerar a melhor cobertura e experiência para o telespectador. Para o projeto de vídeo arbitragem são necessários ajustes e inclusões de câmeras que não fazem parte do modelo atual de captação de TV”, informou o texto.
Fonte: Jovem Pan
Câmara aprova fim de coligações a partir de 2020

Brasília. Uma das medidas mais esperadas da Reforma Política ficou para 2020. Os deputados aprovaram, ontem, em primeiro turno, o fim das coligações para as eleições de deputados e vereadores, mas a nova regra não será aplicada na disputa do ano que vem. A votação em segundo turno foi adiada, por acordo entre os parlamentares, devido à redução de quórum.
O texto inicial, relatado pela deputada Shéridan (PSDB-RR), previa a medida já para 2018. Os deputados, no entanto, fizeram um acordo e aprovaram um destaque do PPS para que a medida tenha validade somente a partir de 2020. Foram 348 a favor, 87 contra e 4 abstenções. Pelas regras atuais, e que permanecem valendo em 2018, diferentes partidos podem fazer alianças para eleger seus candidatos ao Legislativo. Dessa forma, se dois partidos antagônicos se coligam, é possível que o voto em um candidato ajude a eleição de outro.
Em um exemplo hipotético, o eleitor vota em um nome do PT, mais à esquerda, mas pode ajudar a eleger um nome do PP, um partido de centro-direita.
Essa medida beneficia partidos pequenos, que costumam se aliar a legendas mais fortes para garantir vagas na Câmara. Deputados do PCdoB, por exemplo, comemoraram a aprovação do destaque. Outros, no entanto, criticaram a decisão de adiar o fim das coligações para 2020.
"A coligação é a raiz causadora dos problemas que estamos vivendo hoje. Você junta na mesma coligação partidos que pensam diferentes, o que não representa a vontade do eleitor", disse Hildo Rocha (PMDB-MA).
O plenário também rejeitou, por 311 votos a 107, o destaque do PT que pretendia excluir da PEC dispositivo sobre autonomia dos partidos para definir órgãos provisórios. Também foi rejeitado, por 383 votos a 17, um destaque do PSOL que questionava a regra geral da cláusula de desempenho, com vigência para depois de 2030.
'Distritão'
Na madrugada de ontem, o plenário da Câmara havia rejeitado alterar o sistema eleitoral, abandonando a proposta do "distritão", e também desistiu de votar a criação do fundo público para custear as campanhas.
O Diário do Nordeste ouviu deputados cearenses sobre a derrota do "distritão" e as dificuldades para que alguma Reforma Política avance no Congresso.
Na avaliação de Chico Lopes (PCdoB), a proposta atenderia apenas o interesse de quem já ocupa uma vaga no legislativo.
O deputado André Figueiredo (PDT) declarou que a proposta do "distritão" estava muito ruim. "O Brasil precisa discutir um caminho, talvez em disposições transitórias convocar uma Assembleia Constituinte".
Para o deputado federal Moses Rodrigues (PMDB), a rejeição da proposta foi uma resposta negativa para a sociedade. "O sistema eleitoral hoje está defasado, antigo e ultrapassado, a Câmara não soube dar uma resposta", disse. Raimundo Gomes de Matos (PSDB) lamentou o atraso com a reforma e as mudanças feitas de última hora. "O Congresso não tem mais ambiente para votar essa reforma".
Senado
Já o líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), entregou, ontem, uma proposta alternativa para a criação de um fundo eleitoral com dinheiro público. Sem consenso, a votação dessa proposta foi adiada para a próxima terça.
Fonte: Diário do Nordeste

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

"Falou-se mesmo em cura gay?"

Por obrigação ética tenho que primeiramente me informar para depois ter uma opinião concreta para que assim possa difundi-la.

Ao meu ver essa histeria midiática que se formou em torno da decisão do magistrado de Brasília, onde a mídia (infelizmente o meio que tanto amo tende a isso) se apossou de uma interpretação - errônea - sobre a liminar expedida e, a partir disto, um milhão de intelectuais formados pelo facebook (nada contra, como também nada a favor) tomaram para si essa versão de que "foi permitido tratar homossexualidade como doença".

Foi necessário apenas algumas manchetes sensacionalistas para milhares de pessoas que, por muitas vezes, nem sequer chegaram a ler o que dizia no texto ou muito menos na própria liminar, fizessem o levante para dizer: "Homossexualidade não é doença", ou "Doença é seu preconceito". Essas duas expressões estão corretíssimas, porém não cabem neste momento para este contexto.

De acordo com meu amigo e advogado, Lucas Timbó, momentos como este tem um saldo positivo pois "reaviva as campanhas em defesa dos direitos LGBT e de outras minorias". Todavia, temos que nos atentar aos fatos.

A decisão em nenhum momento obriga o homossexual a se submeter a nenhum tipo de tratamento, como também não caracteriza a homossexualidade como doença e também não obriga o psicólogo a tratar obrigatoriamente todo homossexual como alguém que necessite ser tratado.

A decisão do juiz vai de encontro a Resolução 001/99 de 22 de março de 1999 do Conselho Federal de Psicologia que, em resumo, privara o direito do psicólogo de desenvolver estudos, atendimentos e pesquisas científicas acerca do comportamento ou prática homoeróticas.

Um dos questionamentos feitos durante a Audiência de Justificação Prévia foi: - Pretendem os autores divulgar ou propor terapia tendentes à reorientação sexual?
Onde o juiz constata que essa ideia não é defendida pelos autores da ação.

Vale ressaltar, mais uma vez, que podemos ver sim pontos positivos em toda essa manifestação digital, e que de maneira alguma os direitos de ninguém podem ser retirados, violados ou caçados, principalmente ao direito expressar sua opinião. Mas temos que nos munir de fatos e nos ater a eles.

Deixo aqui os links para maiores informações e outras interpretações. 
Resolução do C.F.P.: https://site.cfp.org.br/…/uploa…/1999/03/resolucao1999_1.pdf
Ata da audiência: http://politica.estadao.com.br/…/…/ATA-DE-AUDI%C3%8ANCIA.pdf


Deixo minha crítica à especulações midiáticas promovidas desta forma, onde acabam tocando assuntos que são, por muitas vezes, dolorosos e tocam sim na ferida de muitos.

Precisamos ainda amadurecer nossa capacidade de interpretação textual e também nos embasarmos de fatos e não apenas nos apropriarmos de opiniões de senso comum.

Pedro Emmy é jornalista
Primeira-dama do Ceará, Onélia Leite e o prefeito Nenem do Cazuza ao lado da primeira-dama do município, Ana Tereza, inauguram brinquedopraça em Ipueiras

A primeira-dama do Estado do Ceará, Onélia Leite de Santana, prefeito Nenem do Cazuza, e a primeira-dama do município, Ana Tereza Pinho, inauguraram nessa terça (19), a brinquedopraça. O equipamento foi instalado no Parque da Cidade José Costa Matos. O espaço está voltado para crianças de dois a doze anos e integra o pilar Tempo de Brincar do Programa Mais Infância Ceará.


A brinquedopraça está adequada para o desenvolvimento infantil, composta por playgrounds, brinquedos temáticos e interativos e áreas de convivência para as crianças.

Durante a cerimônia de inauguração do equipamento, Onélia Leite, ressaltou a parceria entre o governo do Ceará e a prefeitura de Ipueiras em diversas áreas. “A infância é uma das prioridades do Governo do Ceará, que vem investindo em políticas públicas para as nossas crianças. Já a cidade de Ipueiras será contemplada com o equipamento que converge todos os pilares do programa, auxiliando no desenvolvimento infantil saudável”, disse Onélia Leite.

Foi com grande satisfação que o prefeito Nenem do Cazuza recebeu a brinquedopraça das mãos da primeira-dama Onélia Leite, destacando Ipueiras como um dos municípios agraciados com o equipamento. “Na oportunidade, o gestor municipal solicitou da primeira-dama do Estado, que a mesma leve para o governador, os mais sinceros agradecimentos, Nenem ainda ressaltou o sentimento de gratidão que o povo de Ipueiras tem para com Camilo Santana, que tanto tem contribuído com uma melhor qualidade de vida para todos os ipueirenses”.

Deputado estadual Jeová Mota, primeira-dama do Estado, Onélia Leite, primeira-dama do município, Ana Tereza, Dr. Benedito Belchior e o prefeito Nenem do Cazuza

Participaram do evento além do prefeito Nenem do Cazuza e a da primeira-dama Ana Tereza Pinho, a primeira-dama do Estado, Onélia Leite de Santana, o secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado, Josbertini Vírginio Clementino, deputado estadual Jeová Mota, vereadores  e secretários municipais.


Mais Infância Ceará
Tem como objetivo fortalecer o diálogo intersetorial do Estado com seus municípios; promover a rede de fortalecimento de vínculos familiares e comunitários; construir e reformar espaços públicos para o desenvolvimento Infantil, além de fomentar a parceria público-privada. O programa também busca apoiar os municípios na qualificação dos Centros de Educação Infantil (CEIs) e na formação de profissionais, pais e cuidadores para atuarem e promoverem o desenvolvimento infantil e o fortalecimento de vínculos.
Confira vídeo da entrega da brinquedopraça em Ipueiras: 


Carlos Moreira é radialista
Ciro Gomes: Reaproximação seria “desmoralizante” para Eunício e “pra nós não há razão pra isso”

O ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes, hoje na condição de presidenciável do PDT, descartou, nesta quarta-feira, em entrevista a este Blog, qualquer reaproximação política do seu grupo com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PT).
“Acho muito, muito, muito improvável. A política tem dessas contradições, mas acho improvável”, disse Ciro, observando que “a distância entre nós é  muito grande, muito grave”. Ele deixou claro que essa reaproximação “seria desmoralizante pra ele (Eunício) e pra nós não há razão pra isso”.
Indagado se tal reaproximação não ocorreria também pelo fato de Eunício Oliveira ter estado do lado dos que apoiaram o golpe contra Dilma Rousseff (PT), disparou: “Quem votou a favor do impeachment, foi a favor do golpe!”
Foto: Sobral Agora
Em algum lugar do passado…Eunício e Ciro Gomes.
Eunício Oliveira foi candidato a governador em 2014, depois de não ter obtido apoio dos Ferreira Gomes para concretizar esse seu projeto. Acabou enfrentando nas urnas Camilo Santana (PT) e não logrou êxito. O peemedebista, vez em quando soltando farpas contra os Ferreira Gomes, é hoje uma das lideranças de oposição a esse grupo e à gestão de Camilo.
Para Ciro, o fato de o governador Camilo Santana e o prefeito Roberto Cláudio terem procurado Eunício em Brasília tem uma explicação: cobrar a liberação de recursos federais e, principalmente, empréstimos externos que exigem o crivo do Senado e inclusão na pauta de votações, o que compete ao presidente da Casa.
Lula
Sobre o ex-presidente Lula mantendo a preferência nas pesquisas eleitorais de 2018, Ciro observou que isso é resultado de boas gestões feitas pelo petista. Considera “justo” que ele esteja liderando, mas ressaltou que o debate sucessório, quando começar, vai ser “muito cruel” para o petista.
Lula virou réu em processos da Lava Jato (triplex) e, nessa terça-feira, foi alvo, ao lado do, ex-ministro Gilberto Carvalho, de nova denúncia. Dessa vez, envolvendo propina e a edição de uma Medida Provisória em favor das montadoras.
Ciro Gomes falou sobre Lula, Pesquisas, Debates, Eunício Oliveira e o PDT

Fonte: Blog do Eliomar